O socialismo é uma doutrina política e econômica que consiste em advogar os meios de produção para a propriedade pública, objetivando assim uma sociedade menos desigual. Surgiu no século XVIII no meio intelectual da época e a classe trabalhadora, que criticavam os efeitos da industrialização e o impacto da propriedade privada na sociedade.
Karl Marx dizia que o socialismo seria uma transição entre o capitalismo e o comunismo, realizado pela luta de classes e condições de trabalho mais favoráveis, até que se alcance uma sociedade igualitária. Esse conceito de socialismo como uma fase antes do comunismo foi defendida tanto pelos socialistas utópicos como os científicos, que veremos a seguir.
Abaixo veremos o socialismo idealizado e o real:
Socialismo ideal
Em teoria, temos o socialismo utópico e o socialismo científico.
O socialismo utópico possui influência de Thomas More e valores liberais. Inclusive, os primeiros socialistas formulavam críticas sociais perante o progresso industrial, principalmente aos grandes proprietários, mais tinham muita estima pelos pequenos, propondo um possível acordo entre as classes sociais. Propunham uma sociedade ideal só que sem apontar meios para alcançá-la, por isso sendo chamados “utópicos”. Os socialistas utópicos acreditavam que a implantação do socialismo ocorreria de forma lenta e gradual, pacífica, com participação tanto do proletariado como da burguesia.
Teóricos influenciaram esse movimento; como Claude de Saint-Simon em propor uma sociedade sem os ociosos (como ele mesmo cunhou os militares, o clero, nobres e magistrados) e nem exploração econômica. Charles Fourier e Pierre Leroux também foram importantes, também sendo um dos primeiros a usar o termo "socialismo", e herdaram a idéia de Rousseau de que o ser humano é naturalmente bom, mas a sociedade e instituições o corrompem. O maior socialista utópico é Robert Owen, que sistematizou que a produção de um trabalhador melhora se melhores condições de salário e de básicas de vida o forem propostos.
Já o socialismo científico propunha entender as condições reais do capitalismo e mediante análise socioeconômica transformar a sociedade por meio a luta de classes. Disso que veio o cunho deles de socialistas “científicos”, por se basearem em observações históricas e filosóficas da sociedade, e não só em expor idéias de igualdade social.
Seus teóricos mais influentes foram Karl Marx e Friedrich Engels. Em sua obra “O Capital”, Marx propôs idéias revolucionarias como o materialismo histórico, onde a luta de classes seria um fato inexorável da história humana e responsável por mudanças na sociedade, como a crise escravista da Roma Antiga e o feudalismo medieval. Nela, toda sociedade é determinada em última instância por sua infraestrutura, sua condição socioeconômica; cuja política, ideologia e cultura se adaptariam delas e formando a superestrutura.
Socialismo real
A experiência de países que adotaram o socialismo o faz ter sua versão mais realista. Trata-se de um regime autoritário, usufruindo o principio da propriedade pública e subjugando a população perante o Estado.
A primeira experiência do socialismo real foi da vitória dos bolcheviques na Revolução Russa, transformando o país na União Soviética, o primeiro estado socialista.
Isso teve consequência na definição de socialismo, sendo hoje associado por alguns como uma forma totalitária de igualar as condições sociais e econômicas das pessoas por intermédio da ostentação do governo. Os ideais teóricos do socialismo então não são postos em prática, pois o socialismo real não ambiciona chegar ao comunismo, onde a figura de um governo não possui mais importância e nem utilidade.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Orgulho nacional
"O amor à pátria é nossa lei." - Provérbio latino
Uma das formas das pessoas se identificarem são com sua nacionalidade, com o amor, respeito e obediência a sua pátria. Esse é o patriotismo, a reverência pela pátria e seus símbolos, como a bandeira, hino e o brasão desta.
É de certa forma o orgulho pela sua origem, identidade nacional. Essa devoção ou orgulho nacional se expressam nos esportes em que uma seleção ou desportistas representam seu país, pelos meios culturais que representam a sua identidade cultural e todos seus conterrâneos ou até mesmo lutar pelo seu país numa guerra.
O nacionalismo é quase sempre considerado ter o mesmo significado do patriotismo, só que é algo radical. É algo mais estreito, e também uma obsessão pela figura do estado nacional, um fanatismo extremo e prepotente de alguém ou um grupo em relação à nação. Em outras palavras, nacionalismo é um patriotismo sem medida ou moderação.
"As necessidades de um ser humano são sagradas. Sua satisfação não pode estar subordinada a razões de estado, ou por qualquer consideração de dinheiro, nacionalidade, raça ou cor, ou quanto a moral ou qualquer outro valor atribuído ao ser humano em questão, ou a qualquer outro tipo de consideração." - Simone Weil
Também há aqueles que se digam cosmopolitas, em outras palavras, “cidadãos do mundo”. Seria como ser sem nacionalidade, um apátrida, ao menos em relação geopolítica. Um cosmopolita é alguém que transcende a nacionalidade predita pelo espaço geográfico e divisão política, o mesmo se afirma como um alguém cuja pátria é o mundo.
O cosmopolitismo surgiu com os estóicos, que identificaram suas raízes sem qualquer classificação “artificial” (que seria a identificação de um indivíduo quanto seu grupo, povo, nação, etc). O pensamento cosmopolita despreza a identificação pessoal mediante aquelas criadas pelas fronteiras geográficas, sendo o indivíduo deve primeiro se reconhecer como ser humano e, por tanto, um habitante do mundo.
É instintivo do ser humano construir sua ética e relações interpessoais de uma forma cuja coexistência entre todos procure ser o mais pacífico e respeitoso possível, e a cidadania de um cosmopolita faz isso visando ser um bom cidadão do mundo.
Uma das formas das pessoas se identificarem são com sua nacionalidade, com o amor, respeito e obediência a sua pátria. Esse é o patriotismo, a reverência pela pátria e seus símbolos, como a bandeira, hino e o brasão desta.
É de certa forma o orgulho pela sua origem, identidade nacional. Essa devoção ou orgulho nacional se expressam nos esportes em que uma seleção ou desportistas representam seu país, pelos meios culturais que representam a sua identidade cultural e todos seus conterrâneos ou até mesmo lutar pelo seu país numa guerra.
O nacionalismo é quase sempre considerado ter o mesmo significado do patriotismo, só que é algo radical. É algo mais estreito, e também uma obsessão pela figura do estado nacional, um fanatismo extremo e prepotente de alguém ou um grupo em relação à nação. Em outras palavras, nacionalismo é um patriotismo sem medida ou moderação.
"As necessidades de um ser humano são sagradas. Sua satisfação não pode estar subordinada a razões de estado, ou por qualquer consideração de dinheiro, nacionalidade, raça ou cor, ou quanto a moral ou qualquer outro valor atribuído ao ser humano em questão, ou a qualquer outro tipo de consideração." - Simone Weil
Também há aqueles que se digam cosmopolitas, em outras palavras, “cidadãos do mundo”. Seria como ser sem nacionalidade, um apátrida, ao menos em relação geopolítica. Um cosmopolita é alguém que transcende a nacionalidade predita pelo espaço geográfico e divisão política, o mesmo se afirma como um alguém cuja pátria é o mundo.
O cosmopolitismo surgiu com os estóicos, que identificaram suas raízes sem qualquer classificação “artificial” (que seria a identificação de um indivíduo quanto seu grupo, povo, nação, etc). O pensamento cosmopolita despreza a identificação pessoal mediante aquelas criadas pelas fronteiras geográficas, sendo o indivíduo deve primeiro se reconhecer como ser humano e, por tanto, um habitante do mundo.
É instintivo do ser humano construir sua ética e relações interpessoais de uma forma cuja coexistência entre todos procure ser o mais pacífico e respeitoso possível, e a cidadania de um cosmopolita faz isso visando ser um bom cidadão do mundo.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Do crescimento populacional
O crescimento demográfico, isto é, o da população é um assunto muito discutido, sendo um dos problemas da atualidade que tendem a se tornarem cada vez mais preocupantes.
A população crescer trás cada vez mais problemas sociais, como desemprego, pobreza e fome cada vez mais generalizados; o sofrimento e angustia humana se tornam mais crescentes e a dificuldade para suprir a necessidade de todos de uma forma no mínimo significativa se tornam uma realidade cada vez mais evidente e mais distante de se ter soluções.
Nos últimos séculos a cituação está mais favoravel para o aumento demográfico. Isso se deve a mudança que ocorreu de muitas pessoas dos campos para as metrópoles; o avanço da medicina, que contribuiu para o aumento da expectativa de vida, aumentando as taxas de natalidade e de certa forma diminuindo as de mortalidade.
O economista inglês Thomas Malthus elaborou uma teoria que mais tarde receberia o seu nome, a populacional malthusiana. Nela ele mostra que há uma desproporção entre o aumento da população e da produção de alimentos. Ele comparou o crescimento da atividade agricola com uma progressão aritmética, e o crescimento demográfico com uma progressão geométrica.
O planeta possui limites, afinal, uma hora começa a ficar dificil conseguir sustentar a subsistência de uma população que vai cada vez mais crescendo. O próprio Malthus propos soluções como ter uma quantidade de filhos com o limite de até quanto os seus progenitores possam os sustentarem. Como a riqueza e boas condições de vida estão na mãos de poucos, a maioria então é destinada a pobreza e sofrimento.
Mais tarde a teoria malthusiana se adaptaria com a neomalthusiana, que afirma a superpopulação como maior causa da pobreza de um país. O subdesenvolvimento, seguindo esta lógica, seria resultado da educação e condições básicas de boa vida que não é acessível para uma grande população que maior parte vive na penúria. Os reformistas pensam diferente, afirmando uma numerosa população como consequência do subdesenvolvimento, e não como sua causa.
Será que, como essa problema está se tornando radical deva se tomar medidas extremas?
Uma população menor e mais controlado diminuiria o impacto da condição humana em nós, havendo menos pobreza, fome, sofrimento e mais proximidade de se ter o sonho de uma humanidade menos injusta e com a qualidade de vida no mundo menos pior.
A população crescer trás cada vez mais problemas sociais, como desemprego, pobreza e fome cada vez mais generalizados; o sofrimento e angustia humana se tornam mais crescentes e a dificuldade para suprir a necessidade de todos de uma forma no mínimo significativa se tornam uma realidade cada vez mais evidente e mais distante de se ter soluções.
Nos últimos séculos a cituação está mais favoravel para o aumento demográfico. Isso se deve a mudança que ocorreu de muitas pessoas dos campos para as metrópoles; o avanço da medicina, que contribuiu para o aumento da expectativa de vida, aumentando as taxas de natalidade e de certa forma diminuindo as de mortalidade.
O economista inglês Thomas Malthus elaborou uma teoria que mais tarde receberia o seu nome, a populacional malthusiana. Nela ele mostra que há uma desproporção entre o aumento da população e da produção de alimentos. Ele comparou o crescimento da atividade agricola com uma progressão aritmética, e o crescimento demográfico com uma progressão geométrica.
O planeta possui limites, afinal, uma hora começa a ficar dificil conseguir sustentar a subsistência de uma população que vai cada vez mais crescendo. O próprio Malthus propos soluções como ter uma quantidade de filhos com o limite de até quanto os seus progenitores possam os sustentarem. Como a riqueza e boas condições de vida estão na mãos de poucos, a maioria então é destinada a pobreza e sofrimento.
Mais tarde a teoria malthusiana se adaptaria com a neomalthusiana, que afirma a superpopulação como maior causa da pobreza de um país. O subdesenvolvimento, seguindo esta lógica, seria resultado da educação e condições básicas de boa vida que não é acessível para uma grande população que maior parte vive na penúria. Os reformistas pensam diferente, afirmando uma numerosa população como consequência do subdesenvolvimento, e não como sua causa.
Será que, como essa problema está se tornando radical deva se tomar medidas extremas?
Uma população menor e mais controlado diminuiria o impacto da condição humana em nós, havendo menos pobreza, fome, sofrimento e mais proximidade de se ter o sonho de uma humanidade menos injusta e com a qualidade de vida no mundo menos pior.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O terrorismo
"Nenhuma definição pode abarcar todas as variedades de terrorismo que existiram ao longo da história." - Walter Laqueur
Terrorismo é a imposição da violência contra pessoas ou coisas, realizando destruição física (ao patrimônio e genocídios em massa, por exemplo) e terror psicológico. O objetivo do terrorismo é se revoltar contra um governo ou grupo social, usufruindo de extremismo para intimidá-lo e provocar o sentimento de pânico em todos.
Só pelo motivo de muitas vezes o alvo do terrorismo ser um governo, isto não significa que o mesmo não possa ser o terrorista. Esse seria o terrorismo de Estado, qual o governo ostenta de forte uso do poder militar para submeter à população diante do mesmo.
Esse fenômeno surgiu em nossos tempos, no decorrer dos últimos três séculos. A palavra “terrorismo” foi usada pela primeira vez em 1798 na França pós-revolucionária, para descrever o período de ditadura do Comitê de Salvação Pública.
Xenofobia, radicalismo político, religioso, étnico e outras formas de intolerância são as causas do terrorismo, que nada mais é do que o uso de ferocidade e disseminação do terror para divulgar seus ideais e reprimir outros.
O terrorismo quando físico possui o fim de causar prejuízos para enfraquecer e intimidar, causando mortes, tortura e até destruição. Esse estado de choque que vem a provocar junto a divulgação de sua atividade e indução do medo o provoca em seu estilo psicológico.
É motivado pela fúria e o medo, pelo orgulho e a frenética providência de lutar pela sobrevivência de um ideal.
Só pelo motivo de muitas vezes o alvo do terrorismo ser um governo, isto não significa que o mesmo não possa ser o terrorista. Esse seria o terrorismo de Estado, qual o governo ostenta de forte uso do poder militar para submeter à população diante do mesmo.
Esse fenômeno surgiu em nossos tempos, no decorrer dos últimos três séculos. A palavra “terrorismo” foi usada pela primeira vez em 1798 na França pós-revolucionária, para descrever o período de ditadura do Comitê de Salvação Pública.
Xenofobia, radicalismo político, religioso, étnico e outras formas de intolerância são as causas do terrorismo, que nada mais é do que o uso de ferocidade e disseminação do terror para divulgar seus ideais e reprimir outros.
O terrorismo quando físico possui o fim de causar prejuízos para enfraquecer e intimidar, causando mortes, tortura e até destruição. Esse estado de choque que vem a provocar junto a divulgação de sua atividade e indução do medo o provoca em seu estilo psicológico.
É motivado pela fúria e o medo, pelo orgulho e a frenética providência de lutar pela sobrevivência de um ideal.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
As doutrinas liberais e socialistas
"O objetivo primordial e necessário de toda a existência deve ser a felicidade, mas ela não pode ser obtida individualmente; é inútil esperar-se pela felicidade isolada; todos devem compartilhar dela ou então a minoria nunca será capaz de gozá-la." - Robert Owen
As transformações que começam a ocorrer na transição do século XVIII para o XIX na Europa e em todo o mundo ocidental criaram espaço para a formulação de doutrinas teóricas que justificavam de forma regular ou criticavam e condenavam a ordem sócio-econômica e política da época.
Nesse tempo que surgiram dois grupos: Os anarquistas e os socialistas. Ambas as ideologias pretendiam chegar ao comunismo, a sociedade justa e igualitária, sem classes. O que mais diferencia elas é que o socialismo antes tem como fim eliminar o capitalismo e intervir na ordem social um tempo, e por fim chegar ao comunismo. A anarquia é a transição direta para o comunismo.
Adeptos do liberalismo tanto político como econômico, os anarquistas defendiam e teorizavam uma sociedade sem governantes. Para estes, o problema de todo governo seria a própria existência do mesmo, qual a sociedade só será justa quando o governo for de todos e não de poucos.
Pode-se citar como influentes pensadores da anarquia Robert Owen, Ned Ludd, David Ricardo, contando também com influencia liberalistas como John Locke, Adam Smith, Thomas Malthus e Turgot, além de precursores como Díogenes e Aristipo de Cirene.
Socialistas
Nasceu com a reação do proletariado aos efeitos da Revolução Industrial, quais os socialistas então começaram a criticar a estrutura sócio-trabalhista que esta causou. O socialismo defende a intervenção no Estado no trabalho e na economia, cabendo ele administrar de forma mais igualitárias ou menos injusta a ordem sócio-econômica.
Seus teóricos fizeram análises acerca dos problemas que criticavam sobre as injustiças no trabalho e condição de miséria social, como também idealizar soluções para uma sociedade menos desgraçada com uma população menos miserável. Exemplos disso é a luta de classes da teoria marxista e o apoio da violência para se chegar a sociedade sem classes defendida pelo movimento bakuninista.
Influentes pensadores e teóricos socialistas são Claude de Saint-Simon, Charles Fourier, Karl Marx, Friedrich Engels, Proudhon e Bakunin. Além de também de influências para o socialismo, como Thomas More.
Ambas as correntes ideológicas criticavam a evolução que o capitalismo seguia, como a máquina substituindo o homem no mercado e a miséria resultado da falta de qualidade de vida para todos.
Nesse tempo que surgiram dois grupos: Os anarquistas e os socialistas. Ambas as ideologias pretendiam chegar ao comunismo, a sociedade justa e igualitária, sem classes. O que mais diferencia elas é que o socialismo antes tem como fim eliminar o capitalismo e intervir na ordem social um tempo, e por fim chegar ao comunismo. A anarquia é a transição direta para o comunismo.
Anarquistas
Na forma liberal, o Estado pode coexistir com a sociedade desde que não intervenha em sua liberdade pessoal e interpessoal, cabendo apenas não deixar que se abuse desse direito. A anarquia pensa diferente; pois o Estado é o problema, pois a sociedade só seria igual e justa com a inexistência de governo, substituindo a responsabilidade dos governantes para a própria população.
Pode-se citar como influentes pensadores da anarquia Robert Owen, Ned Ludd, David Ricardo, contando também com influencia liberalistas como John Locke, Adam Smith, Thomas Malthus e Turgot, além de precursores como Díogenes e Aristipo de Cirene.
Socialistas
Seus teóricos fizeram análises acerca dos problemas que criticavam sobre as injustiças no trabalho e condição de miséria social, como também idealizar soluções para uma sociedade menos desgraçada com uma população menos miserável. Exemplos disso é a luta de classes da teoria marxista e o apoio da violência para se chegar a sociedade sem classes defendida pelo movimento bakuninista.
Influentes pensadores e teóricos socialistas são Claude de Saint-Simon, Charles Fourier, Karl Marx, Friedrich Engels, Proudhon e Bakunin. Além de também de influências para o socialismo, como Thomas More.
Ambas as correntes ideológicas criticavam a evolução que o capitalismo seguia, como a máquina substituindo o homem no mercado e a miséria resultado da falta de qualidade de vida para todos.
terça-feira, 3 de maio de 2011
O que é o subdesenvolvimento?
É uma consequência do capitalismo, em alguns países chegando à serem subdesenvolvidos por culpa de etapas anteriores da influência capitalista (a de quando eram colônias, como o caso de países aqui na América, na Ásia e África). Países subdesenvolvidos são divididos em industrializados e não-industrializados, e ambos possuem baixa renda per capita.
Devido isso, problemas como miséria e falta de recursos para melhoria de qualidade de vida são questões para se levar em conta da condição dessas nações.
Ausência de recursos para a indústria nacional, as multinacionais ganham espaço nesses lugares, acabando gerando dependência tecnológica e econômica delas (sendo que elas podem até mesmo possuir influência cultural, por parte da alienação). A dívida externa também ocorre, devido à necessidade de auxílio externo.
Os baixos recursos influenciam basicamente a educação, que acaba influenciando o setor de saúde pública, analfabetismo (em alguns casos apenas o funcional); proporcionando péssimas condições de vida.
Más qualidades de vida podem [e ocasionam!] violência, o crime.
O poder e boas condições de vida ficam numa classe dominante, elite que compõe pequena parcela da sociedade. O poder somado com a riqueza de homens de controle naquele lugar os seduzem para a corrupção generalizada.
Lugares cujo a marca do subdesenvolvimento é presente, há uma grande concentração de renda e desigualdade social.
Devido isso, problemas como miséria e falta de recursos para melhoria de qualidade de vida são questões para se levar em conta da condição dessas nações.
Ausência de recursos para a indústria nacional, as multinacionais ganham espaço nesses lugares, acabando gerando dependência tecnológica e econômica delas (sendo que elas podem até mesmo possuir influência cultural, por parte da alienação). A dívida externa também ocorre, devido à necessidade de auxílio externo.
Os baixos recursos influenciam basicamente a educação, que acaba influenciando o setor de saúde pública, analfabetismo (em alguns casos apenas o funcional); proporcionando péssimas condições de vida.
Más qualidades de vida podem [e ocasionam!] violência, o crime.
O poder e boas condições de vida ficam numa classe dominante, elite que compõe pequena parcela da sociedade. O poder somado com a riqueza de homens de controle naquele lugar os seduzem para a corrupção generalizada.
Lugares cujo a marca do subdesenvolvimento é presente, há uma grande concentração de renda e desigualdade social.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O lado triste da globalização
A globalização é consequência do estágio do capitalismo que estamos, o financeiro. Não só economicamente, mas a integração globalizada também é sócio-cultural, isto é, questões culturais devem ser influenciadas para que as transnacionais possam lucrar naquele país. [O modo de se vestir, o lazer, a dieta ... tudo tem que ser aculturado para que a globalização tenha o fim de lucrar e lucrar!]
Aproxima o mundo, entretanto, a globalização deforma o caráter social; pois aliena. A alienação já é o passo inicial para problemas sociais e até mesmo políticos. A pobreza junto com a alienação gera violência e criminalidade. O impulso tecnológico provocado pela ambição de melhores produtos gera desemprego (desemprego estrutural), ampliando mais a pobreza.
Isto nos faz ver que os mesmos recursos que nos trazem prazer acabam generalizando problemas que sempre foram da humanidade (miséria, fome, violência, corrupção, etc).
"A avareza é um tirano bem cruel; manda juntar e proíbe o uso daquilo que se junta; visita o desejo e interdiz o gozo." - Plutarco
Tem um provérbio flamengo que descreve a globalização "O mundo é um monte de feno - reúne todos quantos ele pode."
Aproxima o mundo, entretanto, a globalização deforma o caráter social; pois aliena. A alienação já é o passo inicial para problemas sociais e até mesmo políticos. A pobreza junto com a alienação gera violência e criminalidade. O impulso tecnológico provocado pela ambição de melhores produtos gera desemprego (desemprego estrutural), ampliando mais a pobreza.
Isto nos faz ver que os mesmos recursos que nos trazem prazer acabam generalizando problemas que sempre foram da humanidade (miséria, fome, violência, corrupção, etc).
"A avareza é um tirano bem cruel; manda juntar e proíbe o uso daquilo que se junta; visita o desejo e interdiz o gozo." - Plutarco
Tem um provérbio flamengo que descreve a globalização "O mundo é um monte de feno - reúne todos quantos ele pode."
domingo, 17 de abril de 2011
Geopolítica
A geopolítica é estudada em diversas áreas, sendo multidisciplinar. É utilizada nas ciências políticas, geografia, ciências sociais e outras. É estudada a evolução política das nações pelos fatores geográficos.
Os seus percussores teóricos foram Rudolf Kjellén e Friedrich Ratzel. Kjellén batizou o termo "geopolítica", inspirado na obra "Geografia Política" do Ratzel.
Ela estuda a relação das nações entre si e suas particularidades, além de suas relações com a sociedade.
As relações como territoriais, econômicas, bélicas, ambientais, agrárias e globais referentes parar qualquer Estado é interpretado e aprofundadamente avaliado geopoliticamente.
Na geopolítica clássica estudava as relações de poder, território e marciais. Mas nas últimas décadas se desenvolveu a geopolítica moderna, que estuda questões diversas dos países.
Geralmente considera-se que os novos temas da geopolítica mantém como cerne interpretativo o prisma nas relações entre poder-política-estratégia e geografia-ambiente-território. Outras abordagens costumam ser tratadas apenas como temas relacionados à geopolítica, e não necessariamente como parte integrante do conhecimento geopolítico. Assim, a geopolítica mantém-se voltada ao estudo da estratégia, da manipulação, da ação política, geralmente assumindo a busca, enquanto ciência, do bem maior da humanidade, dos direitos humanos à vida e à saúde, ao bem estar, à preservação do meio-ambiente geográfico, pensado enquanto fundamental para a manutenção da espécie humana na Terra. Desta forma, a geopolítica também estuda as intrínsecas relações que têm os processos ecológicos e a ação política do "animal político" que dominou de forma mais intensiva a face da Terra: o próprio homem.
Resumidamente explicando, geopolítica é a ciência que estuda questões estratégicas governamentais.
Os seus percussores teóricos foram Rudolf Kjellén e Friedrich Ratzel. Kjellén batizou o termo "geopolítica", inspirado na obra "Geografia Política" do Ratzel.
Ela estuda a relação das nações entre si e suas particularidades, além de suas relações com a sociedade.
As relações como territoriais, econômicas, bélicas, ambientais, agrárias e globais referentes parar qualquer Estado é interpretado e aprofundadamente avaliado geopoliticamente.
Na geopolítica clássica estudava as relações de poder, território e marciais. Mas nas últimas décadas se desenvolveu a geopolítica moderna, que estuda questões diversas dos países.
Geralmente considera-se que os novos temas da geopolítica mantém como cerne interpretativo o prisma nas relações entre poder-política-estratégia e geografia-ambiente-território. Outras abordagens costumam ser tratadas apenas como temas relacionados à geopolítica, e não necessariamente como parte integrante do conhecimento geopolítico. Assim, a geopolítica mantém-se voltada ao estudo da estratégia, da manipulação, da ação política, geralmente assumindo a busca, enquanto ciência, do bem maior da humanidade, dos direitos humanos à vida e à saúde, ao bem estar, à preservação do meio-ambiente geográfico, pensado enquanto fundamental para a manutenção da espécie humana na Terra. Desta forma, a geopolítica também estuda as intrínsecas relações que têm os processos ecológicos e a ação política do "animal político" que dominou de forma mais intensiva a face da Terra: o próprio homem.
Resumidamente explicando, geopolítica é a ciência que estuda questões estratégicas governamentais.
terça-feira, 15 de março de 2011
Capitalismo segundo Marx
Segundo o teórico político e economista alemão Karl Marx dizia que o sistema capitalista privilegia a exploração do homem do homem e apenas os donos dos meios de produção e os proveitadores do mecanismo capitalista saem beneficiados (emprestar dinheiro a juros ou comprar mercadorias baratar para revender por preços mais altos).
Marx previu que, com o passar do tempo, essa concentração de riquezar ficaria cada vez acentuada. Além disso, afirmou que o capitalismo, com a forma que ganhava ao decorrer da história, também chegaria ao fim [assim como a escravocracia, o feudalismo e sistemas de produção anteriores]. Segundo ele, o fim do capitalismo se daria por conta com uma grande crise econômica (falências de negócios, desemprego generalizado, etc), que desmoronaria a estrutura capitalista.
A exploração das pessoas por outras pessoas foi criticado por Marx e explicada no conceito do mais-valia.
Na sociedade capitalista, o proletariado produz mais lucro para o patrão do que para si. [Exemplo: Um trabalhador tem a jornada de seis horas diárias, entretanto, em cinco horas ele produz o valor equivalente ao salário de seis horas, sendo o valor da sexta hora apropriado pelo seu patrão. O que é produzido a mais nessa última hora é chamado de mais-vália]
O mais-vália nada mais é do que o trabalho que não é pago ao operário, que é transformado em lucro pelo proprietário do meio de produção.
Marx previu que, com o passar do tempo, essa concentração de riquezar ficaria cada vez acentuada. Além disso, afirmou que o capitalismo, com a forma que ganhava ao decorrer da história, também chegaria ao fim [assim como a escravocracia, o feudalismo e sistemas de produção anteriores]. Segundo ele, o fim do capitalismo se daria por conta com uma grande crise econômica (falências de negócios, desemprego generalizado, etc), que desmoronaria a estrutura capitalista.
A exploração das pessoas por outras pessoas foi criticado por Marx e explicada no conceito do mais-valia.
Na sociedade capitalista, o proletariado produz mais lucro para o patrão do que para si. [Exemplo: Um trabalhador tem a jornada de seis horas diárias, entretanto, em cinco horas ele produz o valor equivalente ao salário de seis horas, sendo o valor da sexta hora apropriado pelo seu patrão. O que é produzido a mais nessa última hora é chamado de mais-vália]
O mais-vália nada mais é do que o trabalho que não é pago ao operário, que é transformado em lucro pelo proprietário do meio de produção.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A causa de toda guerra
[Antes de tudo pesso desculpas por não ter postado no mês de janeiro, e gostaria de me justificar. Estava escrevendo um livro que tematiza a guerra, o que me deu bastante introdução para escrever esta postagem.]
Já deve estar acostumado à ouvir de brigas de gangues em favelas e locais pobres, conflitos no Oriente Médio... Em fim, a informação vem numa escala tão rápida que acabamos nos acostumando com a guerra.
Dizendo de forma simples, guerras são confrontos bélicos entre nações, estados ou até mesmo grupos. Tudo bem, isso já sabemos, mais o que quero tratar não é o que é guerra, e sim o causa uma guerra.
As guerras são causadas por interesses, sejam ideológicos (como os religiosos, por exemplo), político-econômicos (como territoriais), entre outros.
Até onde analisei há três coisas que nutre os grupos à fazerem guerra: Ganância, orgulho e, em alguns casos, auto-defesa.
O caso da auto-defesa é quando existe um lado "dos moçinhos" numa guerra [o que é foda de acontecer]. Esse lado geralmente se resume por ser o de oprimidos, invadidos e coisas do gênero.
De qualquer forma, as guerras mostram o lado imperialista e extremamente arrogante dos governos, que reflete no lado ganancioso e orgulhoso do homem em si.
Guerras fazem parte da humanidade desde sempre, e uma das coisas mais brutais nelas são as armas e o quanto o homem se empenha em torná-las mais sofisticadas. Essa "elegância" que aumenta na forma de guerrar faz as guerras serem cada vez mais devastadoras e violentas.
Afinal, as armas foram inventadas nos primórdios do paleolítico, onde o ser humano desenvolveu ferramentas que utilizava para caçar e sobreviver à ataques.
O escritos alemão Hans Magnus Enzensberger é autor dessa pequena frase abaixo:
"Os animais lutam, mas não fazem guerra. O homem é o único primata que planeja o extermínio dentro de sua própria espécie e o executa entusiasticamente e em grandes dimensões. A guerra é uma de suas invenções mais importantes; a capacidade de estabelecer acordos de paz é provavelmente uma conquista posterior."
Já deve estar acostumado à ouvir de brigas de gangues em favelas e locais pobres, conflitos no Oriente Médio... Em fim, a informação vem numa escala tão rápida que acabamos nos acostumando com a guerra.
Dizendo de forma simples, guerras são confrontos bélicos entre nações, estados ou até mesmo grupos. Tudo bem, isso já sabemos, mais o que quero tratar não é o que é guerra, e sim o causa uma guerra.
As guerras são causadas por interesses, sejam ideológicos (como os religiosos, por exemplo), político-econômicos (como territoriais), entre outros.
Até onde analisei há três coisas que nutre os grupos à fazerem guerra: Ganância, orgulho e, em alguns casos, auto-defesa.
O caso da auto-defesa é quando existe um lado "dos moçinhos" numa guerra [o que é foda de acontecer]. Esse lado geralmente se resume por ser o de oprimidos, invadidos e coisas do gênero.
De qualquer forma, as guerras mostram o lado imperialista e extremamente arrogante dos governos, que reflete no lado ganancioso e orgulhoso do homem em si.
Guerras fazem parte da humanidade desde sempre, e uma das coisas mais brutais nelas são as armas e o quanto o homem se empenha em torná-las mais sofisticadas. Essa "elegância" que aumenta na forma de guerrar faz as guerras serem cada vez mais devastadoras e violentas.
Afinal, as armas foram inventadas nos primórdios do paleolítico, onde o ser humano desenvolveu ferramentas que utilizava para caçar e sobreviver à ataques.
O escritos alemão Hans Magnus Enzensberger é autor dessa pequena frase abaixo:
"Os animais lutam, mas não fazem guerra. O homem é o único primata que planeja o extermínio dentro de sua própria espécie e o executa entusiasticamente e em grandes dimensões. A guerra é uma de suas invenções mais importantes; a capacidade de estabelecer acordos de paz é provavelmente uma conquista posterior."
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