Um conceito que nossa sociedade considera "aceitável" é as relações casuais? Sabe aquelas pessoas que você fica na balada, numa festa ou seja aonde for? Então... O mundo onde vivemos tentar passar isso como se fosse algo vantajoso.
Não, eu não virei com aqueles discurços de gente idosa que fala que tem que namorar e casar sem dar justificativa ou aqueles crentes que falam que pegar mulher é coisa do demônio! Você pode sim pegar alguém, mais se for pra isso, que seja por alguma intenção além de só pegar, se achar pros outros só por ter pego uma "mina" que é muito bonita ou atraente ou apenas tentar fazer sexo com ela.
Analisemos os três motivos que critiquei em cima:
1) Diz claramente um fato da nossa sociedade - Muita gente só pega outra na rave, praia ou onde quer que seja só por número. É o tipo de gente não se importa com o conteúdo ou qualidade, apenas com números. Uma a mais pra gente assim é cada vez melhor! Este caso também pode ser pra auto-gratificação.
2) É no caso de você pegar aquela pessoa do sexo oposto [ou do mesmo sexo, dependendo da sua orientação] que todo mundo do sexo oposto paga pau. Esse caso e para aqueles que ficam se achando só por terem pego alguém que qualquer um ia querer pegar também.
3) Este é bem comum entre homens, já serve de aviso as garotas... Garotas (e mulheres também), se vocês são bastante atraentes fisicamente e um monte de cara fica babando por vocês ou vários tentam chegar em vocês, que fique claro que o que eles querem É SEXO!
Uma pessoa que só pega alguém por estes motivos é fútil. É o mesmo tipo de gente que não tem objetividade na vida. Sim, você pode ser um homem bombado ou uma mulher bastante sensual, mas também tenha alguam coisa na cabeça, valores também.
O quanto de pessoa que você fica não é sinal de masculinidade ou algo que uma mulher deva ser prestigiada. É apenas nada. Não te torna uma pessoa melhor.
Ou seja, se você é um cara que acha que pegar muita mulher é importante na vida ou um cara que é fã de outros caras que são assim ... Você é um merda!
Abaixo, um vídeo dos Vagazóides que satiriza este tema:
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Industrialização na mente humana
J. R. Tolkien (o famoso escritor de O Senhor dos Anéis) tinha aversão à tecnologia, acreditava que essa dominação e controle que a tecnologia moderna exerce sobre o Homem, mesmo que usadas para o bem, "trazem sofrimento à criação".
Tolkien tratou de uma questão intrigante. Ele viveu numa época que a tecnologia progrediu impulsivamente, a indústria era uma criança. A industrialização passou a trazer vários benefícios para o homem, porém, a ser um malefício que prejudica lentamente (porém, com bastante impacto na mesma!) a natureza.
Conforme a tecnologia cresce, os recursos naturais que são fornecidos como alimento para a tecnologia começam a ter um uso cada vez mais intenso. Porém, a ganância humana começou a não permitir que o homem limitasse a industrialização (ou melhor, evitá-la de vez), dando a opção para os industriais de continuarem seu progresso, pois seriam recompensados com um grandes ganhos financeiros.
A tecnologia faz o ser humano se desapegar cada vez mais da natureza (que nem, quantas pessoas você conhece que gostariam de passar o fim de semana acampando no mato?), e a nossa ligação com a natureza é uma das qualidades que estamos deserdando de nossos antepassados
A indústria alimenta a ganância humana.
Sim, é bom termos um carro, um computador, uma tv... Mais a indústria (e nós) devemos pensar bem mais na natureza antes do nosso conforto, não acham?
Tolkien tratou de uma questão intrigante. Ele viveu numa época que a tecnologia progrediu impulsivamente, a indústria era uma criança. A industrialização passou a trazer vários benefícios para o homem, porém, a ser um malefício que prejudica lentamente (porém, com bastante impacto na mesma!) a natureza.
Conforme a tecnologia cresce, os recursos naturais que são fornecidos como alimento para a tecnologia começam a ter um uso cada vez mais intenso. Porém, a ganância humana começou a não permitir que o homem limitasse a industrialização (ou melhor, evitá-la de vez), dando a opção para os industriais de continuarem seu progresso, pois seriam recompensados com um grandes ganhos financeiros.
A tecnologia faz o ser humano se desapegar cada vez mais da natureza (que nem, quantas pessoas você conhece que gostariam de passar o fim de semana acampando no mato?), e a nossa ligação com a natureza é uma das qualidades que estamos deserdando de nossos antepassados
A indústria alimenta a ganância humana.
Sim, é bom termos um carro, um computador, uma tv... Mais a indústria (e nós) devemos pensar bem mais na natureza antes do nosso conforto, não acham?
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Tabus entre culturas
Inspiro minha postagem de hoje numa atividade que tive hoje no colégio, na aula de filosofia, que tivemos que ler um texto de Michel de Montaigne. O texto falava costumes que uma cultura tem, e que ela pode ser mal interpretada em outras culturas.
Darei um exemplo tosco. Aqui no ocidente, arrotar durante uma refeição é tido como falta de educação; na China não, comum, é inclusive sinal de satisfação. Agora darei um outro exemplo [que não seja tosco] ... Nós comemos carne de vaca, mas na Índia isso seria até mesmo imoral [aposto que se eu fizesse isso lá, eu ia acabar sendo espancado], mas aqui no ocidente é comum; assim como os chineses comem carne de cachorro, mas isso aqui no ocidente não é bem aceitável.
Sim, existem coisas em outras culturas que consideramos como "estranhas", e vice-versa. Tudo bem, isso é o direito que cada um tem, não importa qual sua cultura. Não importa de que cultura você seja, você sempre terá opiniões de "bizarrices" diante coisas de outras culturas (ou até mesmo da sua talvez).
Questão cultural não é como uma teoria científica, que deve ser discutida; questão cultura é algo que mesmo você vendo algo de aversivo em outra cultura, deve respeitar, pois aposto que alguém de outra cultura também tem aversão em algo de sua cultura. O cultural está ligado aos costumes e a moral, e ajudam a manter a instabilidade da mentalidade de um povo.
Mais pense bem, se vermos bem, o que define nossa personalidade em grande parte é o meio que vivemos. Hábitos, costumes, fé, principios que nos passam (ou não passam), coisas que tentam nos passar como boas e ruins são o que tentam fazer o que somos. Darei um exemplo disso: Você gosta de carne de porco, mais e se você fosse criado como muçulmano? Muçulmanos não comem carne de porco, o porco é um animal impuro para eles. Logo, se você você muçulmano, você não comeria carne suína.
O que forma o caráter do ser humano é sua educação cultural. Muitas coisas que nossa cultura [agora estou à vir fazer um escárnio a cultura ocidental] tenta nos passar como boas são apenas passageiras, não são coisas que vão ter alguma diferença na sua vida. No caso da nossa cultura [ocidental], valorizado deve ser aquele que vai contra essas coisas tidas como "prazerosas" que tentam nos passar, pois vivemos numa cultura que o prazer precede razão.
Darei um exemplo tosco. Aqui no ocidente, arrotar durante uma refeição é tido como falta de educação; na China não, comum, é inclusive sinal de satisfação. Agora darei um outro exemplo [que não seja tosco] ... Nós comemos carne de vaca, mas na Índia isso seria até mesmo imoral [aposto que se eu fizesse isso lá, eu ia acabar sendo espancado], mas aqui no ocidente é comum; assim como os chineses comem carne de cachorro, mas isso aqui no ocidente não é bem aceitável.
Sim, existem coisas em outras culturas que consideramos como "estranhas", e vice-versa. Tudo bem, isso é o direito que cada um tem, não importa qual sua cultura. Não importa de que cultura você seja, você sempre terá opiniões de "bizarrices" diante coisas de outras culturas (ou até mesmo da sua talvez).
Questão cultural não é como uma teoria científica, que deve ser discutida; questão cultura é algo que mesmo você vendo algo de aversivo em outra cultura, deve respeitar, pois aposto que alguém de outra cultura também tem aversão em algo de sua cultura. O cultural está ligado aos costumes e a moral, e ajudam a manter a instabilidade da mentalidade de um povo.
Mais pense bem, se vermos bem, o que define nossa personalidade em grande parte é o meio que vivemos. Hábitos, costumes, fé, principios que nos passam (ou não passam), coisas que tentam nos passar como boas e ruins são o que tentam fazer o que somos. Darei um exemplo disso: Você gosta de carne de porco, mais e se você fosse criado como muçulmano? Muçulmanos não comem carne de porco, o porco é um animal impuro para eles. Logo, se você você muçulmano, você não comeria carne suína.
O que forma o caráter do ser humano é sua educação cultural. Muitas coisas que nossa cultura [agora estou à vir fazer um escárnio a cultura ocidental] tenta nos passar como boas são apenas passageiras, não são coisas que vão ter alguma diferença na sua vida. No caso da nossa cultura [ocidental], valorizado deve ser aquele que vai contra essas coisas tidas como "prazerosas" que tentam nos passar, pois vivemos numa cultura que o prazer precede razão.
sábado, 28 de agosto de 2010
Política, religião e futebol
É praticamente conduta social considerar essas três coisas “indiscutíveis”. Porém, não é bem assim, e vou provar o motivo disso, começando pelas duas primeiras coisas (que são mais sérias): Política e religião.
Política deve sim ser discutida, pois isso vai levando a troca de informação, aprimorando os conceitos das pessoas, e isso trás benefícios (como melhores decisões para benefícios nacionais, estaduais, etc. Até mesmo coisas como votar mais conscientemente). A pessoa discutindo sobre política é algo certo, vai cumprir com seu papel de cidadão.
O caso da religião não é nem por fazer papel de cidadão, e sim de ser humano. As religiões limitam o senso de dúvida da pessoa, de questionar, procurar por ela mesma, coisas que nem todas as pessoas fazem, preferindo aceitar de mão beijada as respostas de alguma crença ao invés de pensar por si mesmo. Discutir sobre religião nos ajuda a enxergar melhor a natureza, não só do mundo, mas também do ser humano; faz-nos refletir sobre coisas que não notávamos antes ou muda nossa forma de ver certas coisas.
Política e religião devem sim ser coisas discutidas, porém, por pessoas qualificadas para isso. Afinal, não é qualquer um que tem introdução [ou interesse] em política ou religião.
Sobre futebol nem preciso falar... Sim, você pode torcer pro seu time e tudo mais, mas não ser idólatra (ou melhor, “torcedor roxo”, com o “R” e as outras letras maiúsculas). Futebol tem que ser levado a serio pelos jogadores, o técnico, treinador, o presidente do clube ... Pois eles sim possuem motivos para levar o futebol a serio. E nós, que apenas gostamos, assistimos e/ou torcermos? O futebol para nós não é algo sério como política ou religião, é apenas um lazer.
Sobre futebol há discussões, tipo aqueles programas do Sportv, ESPN e programas esportivos, qual eles levam a conversa para um lado saudável, não para o “lado hooligan”.
Política deve sim ser discutida, pois isso vai levando a troca de informação, aprimorando os conceitos das pessoas, e isso trás benefícios (como melhores decisões para benefícios nacionais, estaduais, etc. Até mesmo coisas como votar mais conscientemente). A pessoa discutindo sobre política é algo certo, vai cumprir com seu papel de cidadão.
O caso da religião não é nem por fazer papel de cidadão, e sim de ser humano. As religiões limitam o senso de dúvida da pessoa, de questionar, procurar por ela mesma, coisas que nem todas as pessoas fazem, preferindo aceitar de mão beijada as respostas de alguma crença ao invés de pensar por si mesmo. Discutir sobre religião nos ajuda a enxergar melhor a natureza, não só do mundo, mas também do ser humano; faz-nos refletir sobre coisas que não notávamos antes ou muda nossa forma de ver certas coisas.
Política e religião devem sim ser coisas discutidas, porém, por pessoas qualificadas para isso. Afinal, não é qualquer um que tem introdução [ou interesse] em política ou religião.
Sobre futebol nem preciso falar... Sim, você pode torcer pro seu time e tudo mais, mas não ser idólatra (ou melhor, “torcedor roxo”, com o “R” e as outras letras maiúsculas). Futebol tem que ser levado a serio pelos jogadores, o técnico, treinador, o presidente do clube ... Pois eles sim possuem motivos para levar o futebol a serio. E nós, que apenas gostamos, assistimos e/ou torcermos? O futebol para nós não é algo sério como política ou religião, é apenas um lazer.
Sobre futebol há discussões, tipo aqueles programas do Sportv, ESPN e programas esportivos, qual eles levam a conversa para um lado saudável, não para o “lado hooligan”.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Novelas: Não as levem para suas vidas!
Novelas é uma coisa que não consigo entender... É tudo praticamente IGUAL! As temáticas, o que acontece com os personagens, tudo é igual. Sempre com dinheiro no meio, em caso de novela das oito sempre há algum país estrangeiro que ajuda a estória acontecer, uma mulher traída, um corno, vingança, etc. [Melhor parar por aqui]
Novela aqui no Brasil é uma coisa trágica: As da Globo são um show de horrores, a Record não tem criatividade, e o SBT se destaca, pois além de ter péssimas novelas, ficam passando aquelas novelas mexicanas reprisadas.
Voltando as novelas da Globo... Ou melhor, shows de horrores. O que os personagens fazem são muitas das coisas não aconselháveis para uma pessoa descente fazer, os valores são os quais não se devem ser seguidos. Novela não tem preocupação em passar valores e princípios prestativos para a sociedade, só em coisas banais que vão dar audiência. Sem contar a falta de criatividade [Pense bem, toda novela tem homossexual, corno, grávida, cafajeste, gente rica e esnobe, gente com algum tipo de preconceito, etc, pois a lista é grande].
Abaixo está um vídeo bem zuado do Caue Moura, falando sobre novelas:
Novela aqui no Brasil é uma coisa trágica: As da Globo são um show de horrores, a Record não tem criatividade, e o SBT se destaca, pois além de ter péssimas novelas, ficam passando aquelas novelas mexicanas reprisadas.
Voltando as novelas da Globo... Ou melhor, shows de horrores. O que os personagens fazem são muitas das coisas não aconselháveis para uma pessoa descente fazer, os valores são os quais não se devem ser seguidos. Novela não tem preocupação em passar valores e princípios prestativos para a sociedade, só em coisas banais que vão dar audiência. Sem contar a falta de criatividade [Pense bem, toda novela tem homossexual, corno, grávida, cafajeste, gente rica e esnobe, gente com algum tipo de preconceito, etc, pois a lista é grande].
Abaixo está um vídeo bem zuado do Caue Moura, falando sobre novelas:
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