É deprimente o analfabetismo político dos brasileiros!
O que leva o povo em ter desinteresse político? É a vontade dos candidatos, limitando um melhor acesso aos assuntos políticos. [Minha opinião é de que as próprias escolas deveriam dar uma base de política].De fato política é uma coisa que não é de muito interesse popular, sendo mais um interesse para pessoas inteligentes, de princípios, que tenham alguma coisa de útil na cabeça.
Mas se os políticos querem limitar nosso acesso (ou apenas o interesse) de nós pela política, o que eles ganham com isso? A resposta é simples: Prestígio, votos, manipulação. Fica bem mais fácil ganhar votos quando o político é alguém que não faz muita diferença para o país e passa uma imagem para o povo (ou apenas uma camada social) de alguém que vai o privilegiar de certo jeito.
Já que estamos em tempo de eleições, ai vai uma dica... Procure saber do passado dos seus candidatos. O que eles fizeram? O que não fizeram? Quais as propostas que eles oferecem? O que alguém do cargo dele deve fazer e o que ele disse a respeito? Procure saber em quem votar, pois um voto adequado (ou não) muda o país.
Abaixo, os tipos de cargos que constituem aqueles que administram e organizam a nação:
O presidente nomeia os ministros, que cuidaram de assuntos estratégicos. Cuida da relação da nossa pátria com as outras nações, movimentando a economia e divulgando a imagem do Brasil para o mundo. Além de tudo, ele faz as leis aprovadas no Congresso virarem benefícios para a população.
O senador fiscaliza o presidente, o vice e seus ministros. Ajuda a decidir sobre o orçamento nacional e a utilização do dinheiro público e elabora leis que beneficiem os eleitores de seu estado e tomar decisões importantes em relações aos acordos internacionais.
O papel do governador é o de chefe do poder executivo no estado. Comanda a segurança e nomeia secretários, além de transformar as leis aprovadas na Assembléia em benefícios para a população. Também administra os investimentos regionais para que os municípios cresçam por igual.
Deputado estadual é aquele que fiscaliza o governador, o seu vice e seus secretários. Contribui para elaborar o orçamento estadual e propõe leis de interesse do estado que viram benefícios para a população. O deputado federal tem as mesmas funções do deputado estadual, só que em nível federal.
Abaixo, um vídeo legal do Felipe Neto falando sobre política, e abaixo deste, um vídeo do Marcius Melhem falando dos papeis dos políticos:
domingo, 22 de agosto de 2010
Viva a anarquia!
Anarquia muitos pensam ser coisa que um bando de vândalos rebeldes fazem para se voltar contra a sociedade e sua política. Se vermos bem, anarquia é apenas uma "política sem política", na qual não existe governante, os políticos são a própria população, podemos assim dizer.Um trecho no Novo Testamento, na epístola aos romanos, Paulo escreve:
"porque a Lei produz a ira. E onde não há Lei, não há transgressão." - Romanos 4:15
Sim, é bom ter um órgão ou alguém que cuide dos problemas da sociedade, mas isso acaba alimentando a famosa "hierarquia social". Mais os políticos não são totalmente eficazes, eles possuem falhas, e podem até conhecer os problemas da sociedade, mais é um grande peso nas costas para carregar [deve ser por isso que uns se omitem]. Sem dizer também que o "poder corrompe", se houvesse um país anarquista, como o poder iria corromper? Todos teriam o direito que os políticos possuem, todos saberiam ver os problemas sociais (afinal, quem melhor para anailisar os problemas da população do que o próprio povo?).
A anarquia dá o poder não para que exista uma pessoa tida como superior as outras demais, a anarquia dá poder para igualar as pessoas, pois nela não existe nenhuma força opressora ou de censura, pois o poder político (na anarquia) é daqueles qual a política cuida para dar melhores condições de vida.
Cícero disse uma vez que "Todo governo é inimigo de seu povo". Pode não parecer, mais é verdade, mais é como eu disse antes... os políticos não são totalmente eficazes! Enquanto haver o que chamamos de "política organizada", que é tendo alguma forma de poder que não seja distribuída para o povo, não haverá total justiça na população.
Verdade Absoluta da Fé
Fundamentei esta matéria numa frase de Immanuel Kant, "Só há uma religião verdadeira, mas podem haver muitas espécies de fé".
A sociedade moderna se orgulha por ser tolerante e pluralista, até ao extremo de pressionar pessoas com convicções a se calarem. A idéia popular é que devemos aceitar e apoiar todas as crenças, e excluir os exclusivistas (há certa ironia na em condenar aqueles que condenam práticas ou doutrinas de outros, não há?). Em um mundo onde é mais importante ser politicamente correto do que realmente correto, todas as doutrinas são igualmente válidas, todos os deuses igualmente reais e todas as religiões igualmente eficazes.
Mas há várias controvérsias... Uma está certa. O que acho incoerente é várias dizerem que fomos criados pelos seus deuses (ou deus) para serem adorados, mas se o sentido da nossa existência fosse apenas em adorar o divino, existiria apenas UMA RELIGIÃO no mundo (não é o caso, existem religiões pra cacete no mundo).
O que Kant quis dizer é que a verdade é apenas uma, única, exata, o que muda é a forma que as pessoas a procuram. Não digo para você desrespeitar no que os outros crêem ou descrêem, [pois vejo isso como problema de cada um], apenas digo para procurar questionar um pouco mais, não deixar que a religião (caso você tenha alguma) limite tanto sua visão das coisas (coisa que qualquer religião costuma fazer).
Pense bem, vamos supor que você tenha uma religião (isso é em especial para os não-religiosos, como eu)... Suponha que você creia em um deus, certo? O que te prova que ele é real? Que ciência existe para provar suas crenças? Será que tudo que ela prega é certo? (Sim, o lado ético das religiões é uma coisa saudável que vejo nelas).
A sociedade moderna se orgulha por ser tolerante e pluralista, até ao extremo de pressionar pessoas com convicções a se calarem. A idéia popular é que devemos aceitar e apoiar todas as crenças, e excluir os exclusivistas (há certa ironia na em condenar aqueles que condenam práticas ou doutrinas de outros, não há?). Em um mundo onde é mais importante ser politicamente correto do que realmente correto, todas as doutrinas são igualmente válidas, todos os deuses igualmente reais e todas as religiões igualmente eficazes.
Mas há várias controvérsias... Uma está certa. O que acho incoerente é várias dizerem que fomos criados pelos seus deuses (ou deus) para serem adorados, mas se o sentido da nossa existência fosse apenas em adorar o divino, existiria apenas UMA RELIGIÃO no mundo (não é o caso, existem religiões pra cacete no mundo).
O que Kant quis dizer é que a verdade é apenas uma, única, exata, o que muda é a forma que as pessoas a procuram. Não digo para você desrespeitar no que os outros crêem ou descrêem, [pois vejo isso como problema de cada um], apenas digo para procurar questionar um pouco mais, não deixar que a religião (caso você tenha alguma) limite tanto sua visão das coisas (coisa que qualquer religião costuma fazer).
Pense bem, vamos supor que você tenha uma religião (isso é em especial para os não-religiosos, como eu)... Suponha que você creia em um deus, certo? O que te prova que ele é real? Que ciência existe para provar suas crenças? Será que tudo que ela prega é certo? (Sim, o lado ético das religiões é uma coisa saudável que vejo nelas).
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Um sentido para a vida
Vida, oh vida... A vivemos para que? Em favor de que? Por qual razão existimos (tanto nós como qualquer forma de vida)? Essa pergunta assombra-me a cada dia da minha vida e acompanha-me a cada segundo do meu dia. Em quantos muito da minha idade se preocupam com sua posição social e em se esbaldar, eu me pergunto algo que toda a humanidade deveria voltar a se perguntar.
A resposta que os ocidentais dão para o sentido da vida, de que “a vida foi feita pra ser aproveitada, para curtir” é uma resposta que desconsidero totalmente. É uma resposta muito vazia e simplista, além de fútil e pouco racional. Sim, a vida pode ser aproveitada (desde que sempre usufrua do bom senso, claro!) , mas isso não deve ser a sua única prioridade. Se estamos aqui, deve ser por um motivo bem racional.
Darei exemplo de algumas visões do sentido da vida comuns dadas por filósofos e pensadores e alguns exemplos daqueles que a defendiam:
"Aproveite a vida enquanto puder": Thomas Jefferson.
"A vida não tem sentido": Sigmund Freud.
"A vida é um mistério": Napoleão Bonaparte e Stephen Hawking.
"Realizar o bem e prosperidade": Albert Einstein e Jean-Jacques Rousseau .
"Há algum sentido na vida": Charles Chaplin.
"A vida é uma piada": Bob Dylan.
Há uma frase do Bob Marley que li no MSN de um amigo meu e gostei de analisar: "Pra que levar a vida tão a sério, se ela é uma alucinante viajem da qual ja mais sairemos vivos". Pelo o que deu para notar, Bob Marley disse que mesmo a vida sendo algo sério e que deva ter valor, nós não devemos desfrutar dela com seriedade, afinal ... um dia ela acaba mesmo.
Gandhi dizia "Encontro meu consolo e minha felicidade me colocando a serviço de todas as vidas". Vejo essa como uma das razões de estarmos vivos, e também, uma das obrigações que todo ser humano deveria sentir e realizar: O serviço de realizar o bem ao próximo.
Darei dois exemplos sobre a vida que eu aprovo, de dois filósofos admirados por mim:
Um dos meus filósofos favoritos, Johann Wolfgang von Goethe, diz "A vida é a infância da nossa imortalidade". Pois creio que nós, mortais, sejamos portadores de um conhecimento primitivo perante aqueles já se foram. Assim como vamos ficando mais experientes conforme as etapas da vida passam, creio que ao terminar a "infância da imortalidade", nosso conhecimento sobre a verdade torna-se absoluto ou quase absoluto, pois para mim, "viver é conhecer a verdade".
Tem uma frase de Platão que é boa: "Uma vida não questionada não merece ser vivida". Uma vida sem questionar, pensar, conhecer e amar a verdade é vazia, fútil e idiota (infelizmente estas são as palavras que resume a vida de muita gente). Uma vida sem as quatro qualidades que citei agora pouco são, ao menos para mim, existências profanas.
A morte também ajuda a dar sentido para vida, pois tudo muda, e essas mudanças são coisas que as chamamos de "fim". A morte é uma mudança, e provavelmente, algo que ajude a esclarecer a verdade sobre a vida e os mistérios por volta dela.
Recentemente li "O Alquimista" de Paulo Coelho, e a mensagem que o livro passou é: O significado da vida é uma jornada individual para encontrar o "caminho" de cada um. Vendo por esse lado, todo mundo tem uma razão para existir, e uma das únicas verdades da vida é de que devemos realizar nossa jornada a fim de uma grande realização em nossa vida.
Para terminar, há uma frase de Abraham Lincoln que adoro: "E no final das contas não são os anos em sua vida que contam. É a vida nos seus anos". O que vale na vida não é o quanto você a curtiu ou quanto vívido você foi, o que importa é o que você fez (ou não fez) em quanto a vivia.
A resposta que os ocidentais dão para o sentido da vida, de que “a vida foi feita pra ser aproveitada, para curtir” é uma resposta que desconsidero totalmente. É uma resposta muito vazia e simplista, além de fútil e pouco racional. Sim, a vida pode ser aproveitada (desde que sempre usufrua do bom senso, claro!) , mas isso não deve ser a sua única prioridade. Se estamos aqui, deve ser por um motivo bem racional.
Darei exemplo de algumas visões do sentido da vida comuns dadas por filósofos e pensadores e alguns exemplos daqueles que a defendiam:
"Aproveite a vida enquanto puder": Thomas Jefferson.
"A vida não tem sentido": Sigmund Freud.
"A vida é um mistério": Napoleão Bonaparte e Stephen Hawking.
"Realizar o bem e prosperidade": Albert Einstein e Jean-Jacques Rousseau .
"Há algum sentido na vida": Charles Chaplin.
"A vida é uma piada": Bob Dylan.
Há uma frase do Bob Marley que li no MSN de um amigo meu e gostei de analisar: "Pra que levar a vida tão a sério, se ela é uma alucinante viajem da qual ja mais sairemos vivos". Pelo o que deu para notar, Bob Marley disse que mesmo a vida sendo algo sério e que deva ter valor, nós não devemos desfrutar dela com seriedade, afinal ... um dia ela acaba mesmo.
Gandhi dizia "Encontro meu consolo e minha felicidade me colocando a serviço de todas as vidas". Vejo essa como uma das razões de estarmos vivos, e também, uma das obrigações que todo ser humano deveria sentir e realizar: O serviço de realizar o bem ao próximo.
Darei dois exemplos sobre a vida que eu aprovo, de dois filósofos admirados por mim:
Um dos meus filósofos favoritos, Johann Wolfgang von Goethe, diz "A vida é a infância da nossa imortalidade". Pois creio que nós, mortais, sejamos portadores de um conhecimento primitivo perante aqueles já se foram. Assim como vamos ficando mais experientes conforme as etapas da vida passam, creio que ao terminar a "infância da imortalidade", nosso conhecimento sobre a verdade torna-se absoluto ou quase absoluto, pois para mim, "viver é conhecer a verdade".
Tem uma frase de Platão que é boa: "Uma vida não questionada não merece ser vivida". Uma vida sem questionar, pensar, conhecer e amar a verdade é vazia, fútil e idiota (infelizmente estas são as palavras que resume a vida de muita gente). Uma vida sem as quatro qualidades que citei agora pouco são, ao menos para mim, existências profanas.
A morte também ajuda a dar sentido para vida, pois tudo muda, e essas mudanças são coisas que as chamamos de "fim". A morte é uma mudança, e provavelmente, algo que ajude a esclarecer a verdade sobre a vida e os mistérios por volta dela.
Recentemente li "O Alquimista" de Paulo Coelho, e a mensagem que o livro passou é: O significado da vida é uma jornada individual para encontrar o "caminho" de cada um. Vendo por esse lado, todo mundo tem uma razão para existir, e uma das únicas verdades da vida é de que devemos realizar nossa jornada a fim de uma grande realização em nossa vida.
Para terminar, há uma frase de Abraham Lincoln que adoro: "E no final das contas não são os anos em sua vida que contam. É a vida nos seus anos". O que vale na vida não é o quanto você a curtiu ou quanto vívido você foi, o que importa é o que você fez (ou não fez) em quanto a vivia.
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