Resiliência é a capacidade psicológica (podemos assim considerar) que poucos conseguem ter, a de suportar por si mesmos às próprias pulsões (instintos). Ou seja, o resiliente possui a virtude de ter certa dominação sobre seu consciente, conseguindo ter um acesso melhor ao seu id (às pulsões) e superego (valores sociais e morais) mais desenvolvido que as pessoas normais.
A pessoa dotada dessa qualidade tem melhor controle sobre suas emoções, conseguindo ser mais cautelosa em momentos de estresse, agonia, tristeza, etc. Uma qualidade bastante significativa nas pessoas resilientes é a análise; pois elas captam o comportamento dos outros, o lêem e assim conseguem tirar algo de produtivo para se orientarem melhor.
Isso é excelente, levando à ser produtivo também para o controle emocional, qual o intivíduo consegue ter um controle mais avançado de suas emoções e concupiscência. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O Controle de impulso garante a auto-regulação dessas emoções, ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções.
Outras qualidades boas nos resilientes é de serem otimistas, notando serem capazes de melhorarem. São também empáticos, isto é, a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros.
Por fim, a qualidade mais notável na resiliência: A ausência de necessidade de interdependência psicológica dos outros. Os resilientes não se sentem na necessidade de fazer algo para acabar se provando para os outros. Melhoram para si mesmos, não para os outros.
terça-feira, 12 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Sacrifício alheio (História do viajante moribundo)
Se sacrificar com por alguém, por algo ou um bem maior é glorioso. Quando digo se sacrificar não é diretamente no sentido de dar sua vida por essa causa (mas tembém pode ser, se for numa cituação extrema).
Se esforçar pelo bem de uma pessoa digna e necessitada ou por uma causa qual seja merecedora de ser defendida são apetrechos de uma pessoa honrosa.

Como por exemplo disso, está abaixo uma história que Buda contou para seus discípulos:
Um viajante estava cansado e faminto. Não tinha forças para caçar e fazer uma fogueira. Para o alimentar três animais apareceram: Um urso, uma raposa e uma lebre/coelho.
O urso, sendo forte, pegou um peixe e o ofereceu ao viajante. A raposa, sendo ágil, recolheu algumas uvas e as ofereceu para o mesmo. A lebre/coelho, não tendo uma habilidade como a do urso ou da raposa, se atirou no fogo para que o viajante se alimentasse de sua carne.
Uma pessoa gloriosa por valores tem essa virtude, a de ir até o fim por uma causa e se dispor para um bem maior, não importando o preço que tenha que pagar. Tenha como inspiração disso mártires e pessoas que morreram por um bem maior.
Se esforçar pelo bem de uma pessoa digna e necessitada ou por uma causa qual seja merecedora de ser defendida são apetrechos de uma pessoa honrosa.
Como por exemplo disso, está abaixo uma história que Buda contou para seus discípulos:
Um viajante estava cansado e faminto. Não tinha forças para caçar e fazer uma fogueira. Para o alimentar três animais apareceram: Um urso, uma raposa e uma lebre/coelho.
O urso, sendo forte, pegou um peixe e o ofereceu ao viajante. A raposa, sendo ágil, recolheu algumas uvas e as ofereceu para o mesmo. A lebre/coelho, não tendo uma habilidade como a do urso ou da raposa, se atirou no fogo para que o viajante se alimentasse de sua carne.
Uma pessoa gloriosa por valores tem essa virtude, a de ir até o fim por uma causa e se dispor para um bem maior, não importando o preço que tenha que pagar. Tenha como inspiração disso mártires e pessoas que morreram por um bem maior.
Dicas para entender textos e obras filosóficas

Muitos estudantes e curiosos em obras de filósofos costumam reclamar desse tipo de leitura, a julgando como complicada e trabalhosa. Antes de tudo, é preciso saber a importância dos livros filosóficos. A importância deles é de que eles são o suporte material da filosofia, tornando a passagem do conhecimento e idéias possível para os que a refletem.
A finalidade desse tipo de leitura é o entendimento. O recurso mais dispomos para fazer isso é a análise. Analisar uma obra filosófica é necessária descontruí-la no nível linguístico, procurando a reduzir a uma sucessão ordenada de simples frases, em ordem de: Sujeito, verbo e predicado.
Um texto filosófico não é exatamente a priori, mas uma dissetação e tese argumentativa não expositiva, defendendo suas propostas por meio de argumentos. Abaixo, estão dicas para facilitar a sua leitura de um texto filosófico.
Quando se analisa um escrito filosófico, é necessário ao leitor deixar suas crenças de lado. Suas crenças podem transformar em um empecilho o entendimento dos ideais alheios. Deve-se separar às idéias do autor com o que o leitor acredita, pois a crença do leitor pode "alterar" o entendimento daquilo que o filósofo quis passar. [Quando disse em crença não foi no sentido religioso, e sim no geral, o do achar individual do leitor.]
O que atrapalha muitas vezes são as referências de outros filósofos, que caso a pessoa desconheça as mesmas, a compreensão se torna mais difícil ainda.
O contesto histórico muitas vezes também dificulta o entendimento do leitor, por desconhecimento relevante o período qual o autor viveu.
Dependendo do autor, deve levar em consideração também a ironia, parando para analisar mais ainda; tendo que considerar o que ele realmente pode querer ou não dizer.
É bom também procurar o significado das palavras que desconheça e encaixá-las no que determinada parte do texto queira dizer.
Uma boa exegese também é aconselhável, isto é, saber interpretar texto.
E por último uma coisa chamada de hermenêutica, que é a interpretação da palavra do autor. Dependendo do filósofo esta se torna mais difícil, pois devemos trabalhar com vários recursos para chegar a entender o que o autor quer passar.
Ideologia
Um conjunto de idéias e conceitos de um indivíduo, grupo ou até mesmo sociais é uma ideologia. Simplesmente falando, a ideologia é uma forma de pensar. A extensão das ideologias são vastas; sendo políticas, religiosas, filosóficas, intelectuais, etc.
Ela se forma com base nos elementos citados acima, ideais e preceitos, que estes acabam moldando uma forma de pensar. Uma ideologia também pode ser seguida, uma "já pronta", como é o caso de várias.
Uma ideologia interfere no seu idealizador em sua visão de mundo, senso ético, restrição do que considerar aceitável ou não ... Em fim, influencia seu modo de pensar.
Mas isso não significa que uma ideologia tenha que ser necessariamente uma "pronta", pois ideologia nada mais é do que o modo de pensar. Isso significa que cada um tem sua ideologia pessoal, tendo alguma outra interferindo ou não.
"Ideologia!
Eu quero uma pra viver... ♫"
"Ideologia!
Pra viver... ♪"
Abaixo, o clipe da música "Ideologia", do Cazuza:
Ela se forma com base nos elementos citados acima, ideais e preceitos, que estes acabam moldando uma forma de pensar. Uma ideologia também pode ser seguida, uma "já pronta", como é o caso de várias.
Uma ideologia interfere no seu idealizador em sua visão de mundo, senso ético, restrição do que considerar aceitável ou não ... Em fim, influencia seu modo de pensar.
Mas isso não significa que uma ideologia tenha que ser necessariamente uma "pronta", pois ideologia nada mais é do que o modo de pensar. Isso significa que cada um tem sua ideologia pessoal, tendo alguma outra interferindo ou não.
"Ideologia!
Eu quero uma pra viver... ♫"
"Ideologia!
Pra viver... ♪"
Abaixo, o clipe da música "Ideologia", do Cazuza:
sábado, 9 de abril de 2011
O pensamento do pragmatismo

O pragmatismo dá ênfase ao pensamento filosófico na aplicação das idéias e de suas consequências práticas de conceitos e conhecimentos; assim sendo por dizer uma filosofia utilitária.
Teve origem no século XIX em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Seus primeiros idealizadores e representantes foram Charles Peirce, William James, John Dewey e Ferdinand Schiller. Houveram também outros pensadores seguidamente, tendo como destaque Richard Rorty.
Essa escola de pensamento teve como objetivo primário terminar discussões metafísicas e até por vezes éticas e racionais. Para entender melhor, abaixo está algumas questões que são de caráter pragmatista:
Mas o que isso quer dizer?
O mundo é um ou muitos?
Livre ou destinado?
Material ou espiritual?
Por que as crianças aprendem menos com sermões do que imitando as ações dos pais?
E por que é tão importante revermos nossas crenças a respeito do que acreditamos ser verdade?
Assim, o pragmatismo conforme predito originalmente por Peirce, tem o propósito de fornecer uma diretriz ao pensamento, evitando que a razão em seus altos vôos rumo ao abstrato, se desvencilhe de seu objeto: a realidade, a vida. O método pragmatista, desta forma, se contrapõe às metafísicas de caráter dogmático e propõe que o raciocínio seja guiado por métodos semelhantes aos da ciência, que incluem a observação dos fenômenos, a formulação de hipóteses, os testes práticos e a revisão de teorias. É por isso que o pragmatismo estranha qualquer idéia de verdade e certeza inatas ou absolutas.
Sobre alienação
O significado dessa palavra se encontra no desarranjo das faculdades mentais, ou apenas uma lavagem cerebral.
É o escravizar da mente humana, qual a pessoa fica à mercê da influência social sem se importar, vendo isso até mesmo como virtuoso.
Vários fatores que se agregam numa cultura influenciam a mentalidade da mesma, e a sua economia e meio de produção não é exceção. Hegel e Marx foram filósofos aptos concordantes disto, e explicaram como isso ocorre. Para ambos, a alienação estava ligada ao trabalho.
Karl Marx afirma que o estado de alienação humana é uma característica fundamental do capitalismo levando em conta tais afirmações. O que adultera na construção dos seus valores, personalidade e visão de mundo do alienado.
Possuía visão negativa da alienação; sendo que o trabalho escraviza ao invés de realizar o cidadão, o desumanizando, e não mantendo sua humanidade. A pessoa acaba trocando o princípio do ser pelo o do ter.
Entretanto, existe o lado social e ideológico da alienação. Esse lado consiste em focar a mente da pessoa no que um grupo importante da sociedade impõe como importante e que consequentemente o beneficie com isso.
Nesse sentido, a alienação pode se encontrar tendo dois tipos de personagens: O alienador e o alienado. O alienador usufrui de seu status para fazer da maioria social uma massa de manobra, buscando algum meio de manipular sua personalidade e assim se beneficiar, suprindo sua ganância e soberba.
O alienado é aquele indivíduo que acaba recebendo às consequências da vontade do alienador.
Para entender isso melhor, darei exemplos históricos: Na Idade Média, o alienador era a Igreja Católica e o alienado os plebeus e até mesmo os nobres. A necessidade da salvação espiritual era o meio que a Igreja tinha de manter a população alienada.
Atualmente, quem faz esse papel são as empresas e órgãos que passam sua mensagem pelos meios de comunicação. Eles alienam nossos contemporâneos, dizendo o que devem vestir, como devem falar, o tipo de música ouvir, etc.
"A principal causa da alienação que perturba nossa sociedade é o egotismo." - Daisaku Ikeda
É o escravizar da mente humana, qual a pessoa fica à mercê da influência social sem se importar, vendo isso até mesmo como virtuoso.
Vários fatores que se agregam numa cultura influenciam a mentalidade da mesma, e a sua economia e meio de produção não é exceção. Hegel e Marx foram filósofos aptos concordantes disto, e explicaram como isso ocorre. Para ambos, a alienação estava ligada ao trabalho.
Karl Marx afirma que o estado de alienação humana é uma característica fundamental do capitalismo levando em conta tais afirmações. O que adultera na construção dos seus valores, personalidade e visão de mundo do alienado.
Possuía visão negativa da alienação; sendo que o trabalho escraviza ao invés de realizar o cidadão, o desumanizando, e não mantendo sua humanidade. A pessoa acaba trocando o princípio do ser pelo o do ter.
Entretanto, existe o lado social e ideológico da alienação. Esse lado consiste em focar a mente da pessoa no que um grupo importante da sociedade impõe como importante e que consequentemente o beneficie com isso.
Nesse sentido, a alienação pode se encontrar tendo dois tipos de personagens: O alienador e o alienado. O alienador usufrui de seu status para fazer da maioria social uma massa de manobra, buscando algum meio de manipular sua personalidade e assim se beneficiar, suprindo sua ganância e soberba.
O alienado é aquele indivíduo que acaba recebendo às consequências da vontade do alienador.
Para entender isso melhor, darei exemplos históricos: Na Idade Média, o alienador era a Igreja Católica e o alienado os plebeus e até mesmo os nobres. A necessidade da salvação espiritual era o meio que a Igreja tinha de manter a população alienada.
Atualmente, quem faz esse papel são as empresas e órgãos que passam sua mensagem pelos meios de comunicação. Eles alienam nossos contemporâneos, dizendo o que devem vestir, como devem falar, o tipo de música ouvir, etc.
"A principal causa da alienação que perturba nossa sociedade é o egotismo." - Daisaku Ikeda
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