A bioética é a aplicação da conscientização ética dentro da medicina, cuidados da saúde, meio ambiente e demais ciências que trabalham com a vida e seus cuidados. O termo foi usado pela primeira vez em 1971 no livro "Bioética: Ponte para o futuro" de Van Rensselaer Potter.
Exemplos que podem ser citados onde a bioética entra nas ciências biológicas são nas pesquisas de células-tronco, o aborto, a eugênia, clonagem, transgênicos e a eutanásia.
A bioética é a aplicação da conscientização ética dentro da medicina, cuidados da saúde, meio ambiente e demais ciências que trabalham com a vida e seus cuidados. Grande responsabilidade moral é necessária, pois afinal, a bioética restringe o certo e o errado (igual a ética filosófica) dentro das ciências que trabalham com o estudo da vida. Por isso responsabilidade é um fundamento essencial para a bioética, pois quem deve aplicá-la está trabalhando com a vida, uma coisa muito séria.
Para fundamentar às bases da bioética são notados traços de humanismo e na valorização da vida, e também a influência moral que preceitos jurídicos e religiosos implicam nos baluartes dos fundamentos da ética médica. Por isso questões como o aborto e clonagem são cuidadosamente decididas quanto sua eficiência, e outras, como a criação de transgênicos e uso de células-tronco são motivos de polêmicas e discussão. Assim como o transplante de órgãos um dia já foi tabu e muito discutível, questões bioéticas também são, e podem um dia ser para nós aceitáveis.
"A vida de um indivíduo só faz sentido se ajuda a tornar a vida das demais criaturas mais nobres e mais bela." - Albert Einstein
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Falácia
Falácia é um argumento lógico inválido, falho, sem fundamento ou eficácia concreta. É uma eloquência que faz-se crer naquilo que não é, aparente e sem nenhum alicerce.
“Falácia é a idoneidade fazendo crer que é aquilo que não é, mediante alguma visão fantástica, ou seja, aparência sem existência.” - Pedro Hispano
São argumentos dados que tentam mostrar validez, mas apresentam erro racional, expresso por um dizer inconsciente. A falácia faz nada mais do que mascarar a verdade, intencionalmente ou acidentalmente, mas a ocultando. A interpretação da falácia requer um pouco de atenção, pois é muito fácil acreditar em algo dito à primeira impressão, mas a falácia deve-se ser interpretada e considerar seu sarcasmo.
“Falácia é a idoneidade fazendo crer que é aquilo que não é, mediante alguma visão fantástica, ou seja, aparência sem existência.” - Pedro Hispano
São argumentos dados que tentam mostrar validez, mas apresentam erro racional, expresso por um dizer inconsciente. A falácia faz nada mais do que mascarar a verdade, intencionalmente ou acidentalmente, mas a ocultando. A interpretação da falácia requer um pouco de atenção, pois é muito fácil acreditar em algo dito à primeira impressão, mas a falácia deve-se ser interpretada e considerar seu sarcasmo.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Reconhecimento da beleza
A estética possui essa intenção, determinar o que nos faz achar algo belo ou feio. Essa questão, a de beleza e fealdade, tem duas respostas dualísticas: A de que exista uma condição universal de ambas ou seu julgamento é subjetivo. Um defensor da segunda alternativa é Kant, que afirmava que era impossível estabelecer normas teóricas para a determinação do que é belo. A beleza então para ele não poderia ser predita por regras, e sim pelo agrado que causa ao admirador.
Analisando Kant é verdade. A beleza é vista com base no que o indivíduo interpreta, porém, o mesmo possui influência de alguma norma que predita para ele o que é belo, que é a norma cultural. Essa quase lei que a pessoa acaba por receber do meio social não se torna uma proporção universal, por ser relativa.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Poliarquia na tolerância social
A teoria política da poliarquia foi elaborada pelo cientista político Robert Dahl, como ferramenta de estudo da influência da democracia em países onde a mesma é adotada.
Como sabemos a sociedade possuem diversos grupos, sejam eles divididos por condição financeira, religiosa, étnica, de gênero, entre outras demais.
A coexistência harmoniosa desses grupos deve garantir sua presença na sociedade, seus direitos e zelar pela suas garantias constitucionais.
[É aquela velha lição de moral de "respeitar a religião dos outros, opção sexual, time de futebol, etc".]
Os cidadãos possuem uma série de direitos, e é responsabilidade do Estado prover garantia política de sujeição à contestação e oposição dentro do que a lei limita. Isto é, o governo poliárquico deve visar um diplomacia entre os grupos sociais, equilibrando a ação de seus interesses e fazendo leis que os igualem perante o Estado.
De modo geral, o governo poliárquico deve mantém a paz entre as demais diferenças, evitando conflitos e oferencendo a igualdade para se contentarem, não privilegiando nenhuma com regálias.
Como sabemos a sociedade possuem diversos grupos, sejam eles divididos por condição financeira, religiosa, étnica, de gênero, entre outras demais.
A coexistência harmoniosa desses grupos deve garantir sua presença na sociedade, seus direitos e zelar pela suas garantias constitucionais.
[É aquela velha lição de moral de "respeitar a religião dos outros, opção sexual, time de futebol, etc".]
Os cidadãos possuem uma série de direitos, e é responsabilidade do Estado prover garantia política de sujeição à contestação e oposição dentro do que a lei limita. Isto é, o governo poliárquico deve visar um diplomacia entre os grupos sociais, equilibrando a ação de seus interesses e fazendo leis que os igualem perante o Estado.
De modo geral, o governo poliárquico deve mantém a paz entre as demais diferenças, evitando conflitos e oferencendo a igualdade para se contentarem, não privilegiando nenhuma com regálias.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A contradição dos paradoxos
Paradoxo é uma idéia contraditória aquela que é comum. Num paradoxo se é presente uma idéia ou fato e, ao mesmo tempo, sua contradição. É uma contradição lógica, um jogo de sentidos e um incentivo ao estímulo do raciocínio alheio.
Um exemplo agora científico é o paradoxo de Langevin (dos gêmeos), proposto por Albert Einstein. Em seu enunciado existem dois gêmeos: O primeiro está viajando numa nave espacial, numa velocidade próxima da velocidade da luz; e o segundo gêmeo permanece na Terra. Para o segundo, a nave se movimenta, e pode afirmar que o tempo está passando mais lentamente para seu irmão na nave. Em contrapartida, o primeiro gêmero vê a Terra se afastar, afirmando também que o tempo passa devagar para seu irmão. Quando os dois se reverem, qual deles estará mais jovem?
[Para entender o paradoxo deve-se ter um mínimo de conhecimento da relatividade de Einstein!]
Outro exemplo de paradoxo, porém infantil, é o do gato e o pão com manteiga. Segundo o que ele apresenta, os gatos sempre caem para cima, e uma fatia de pão com manteiga cai sempre do lado barrado para baixo. O paradoxo surge na proposta do que aconteceria se ambos fossem amarrados e jogados de uma altura considerável. Seguindo a lógica do paradoxo, o gato e a fatia de pão não poderiam cair.
As preposições apresentadas pelos paradoxos é um "pensamento circular", isto é, questionar a questão inicial dele leva sempre às mesmas dúvidas que uma hora o levaram para a questão inicial novamente, e assim se segue.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Conhece-te a ti mesmo e o autoconhecimento
O aforismo nosce te ipsum (que em latim significa "conhece-te a ti mesmo") tem origem duvidosa. É antiga, contemporânea aos pré-socráticos, entretanto, é a chave da maiêutica de Sócrates.
[A maiêutica é um elemento do método socrático, que nada mais é do que fazer perguntas e mais perguntas, com a intenção de se chegar por indução ao entendimento.]
Essa frase possui várias interpretações, todas relacionadas com o autoconhecimento, isto é, o conhecimento de si. O indivíduo conhecer melhor a ele mesmo faz ele ter controle melhor sobre si mesmo, reconhecer mais claramente seus defeitos e limitações; sendo que se bem obtido, esse controle pessoal provoca uma política mais desenvolvida do indivíduo para consigo mesmo.
O autoconhecimento é proveniente da percepção do erro, do defeito, da falha. Com alguma refletição se torna imediato, não necessitando de um processo epistemológico para conhecer à si próprio, apenas de observação e pensamento abstrato. A tendência inefável do ser humano o impede de chegar à obter tal ciência dele mesmo, pois precisa de um mínimo de estruturação filosófica e modéstia para se ter o mesmo.
Um dos objetivos primários da filosofia é fazer a pessoa se reconhecer, ter consciência do que ela é e razões profundas dela, normativas e existenciais. A filosofia já visa o autoconhecimento, uma parte individual e escalrecedora dentro daquele que pensa.
[A maiêutica é um elemento do método socrático, que nada mais é do que fazer perguntas e mais perguntas, com a intenção de se chegar por indução ao entendimento.]
Essa frase possui várias interpretações, todas relacionadas com o autoconhecimento, isto é, o conhecimento de si. O indivíduo conhecer melhor a ele mesmo faz ele ter controle melhor sobre si mesmo, reconhecer mais claramente seus defeitos e limitações; sendo que se bem obtido, esse controle pessoal provoca uma política mais desenvolvida do indivíduo para consigo mesmo.
O autoconhecimento é proveniente da percepção do erro, do defeito, da falha. Com alguma refletição se torna imediato, não necessitando de um processo epistemológico para conhecer à si próprio, apenas de observação e pensamento abstrato. A tendência inefável do ser humano o impede de chegar à obter tal ciência dele mesmo, pois precisa de um mínimo de estruturação filosófica e modéstia para se ter o mesmo.
Um dos objetivos primários da filosofia é fazer a pessoa se reconhecer, ter consciência do que ela é e razões profundas dela, normativas e existenciais. A filosofia já visa o autoconhecimento, uma parte individual e escalrecedora dentro daquele que pensa.
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