Política é por dizer a ciência e execução da organização e administração de um Estado ou nação. Envolve o direito (o corpo de normas que visam o que é correto ou não), economia (fatores que controlam a circulação de dinheiro), entre outros elementos para cuidar de um país. Não importa em que forma de regime, consciência política é necessária.
"Política é a arte de governar os povos." - Aristóteles
Sendo ciência ou arte, todo governo é controlado por meio de intervenções, sejam de forma democrática, por meio de representantes ou do poder total da autoridade máxima. Dentro do papel político de um cidadão, cabe à ele estar envolvido nos poderes administrativos estatais ou apenas ter de viver de acordo com as leis já estabelecidas (que de fato se aplica à todos, mas ao povo cabe apenas seguí-las, cabendo ao povo apenas viver sobre elas). Os representantes (senadores, conselheiros, ministros e outras autoridades políticas) possuem direito de influência politica, o povo apenas acaba vivendo sobre as leis criadas. [Exceto na democracia, qual o povo possui certa intervenção, embora limitada.]
"Há duas maneiras de fazer política. Ou se vive 'para' a política ou se vive 'da' política. Nessa oposição não há nada de exclusivo. Muito ao contrário, em geral se fazem uma e outra coisa ao mesmo tempo, tanto idealmente quanto na prática." - Max Weber
Algumas definições de política para influentes teóricos políticos:
• Thomas Hobbes: "consiste nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem"
• Bertrand Russell: "o conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados"
• Nicolau Maquiavel: "a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o governo" (em O Príncipe)
"Na política, os ódios comuns são a base das alianças." - Alexis de Tocqueville
É meio complicado explicar o que é política para um leigo, mas dizendo de forma simplificada, é a unção e relações que regem o comportamento do Estado em questões administrativas; como militares, jurisdiciais; e consequentemente em sociais e até culturais.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Corpus aristotelicum
O Corpus aristotelicum ("corpo aristotélico" em latim) é o termo dado aos escritos atribuídos a Aristóteles. Autores da antiguidade mencionavam centenas de obras de autoria aristotélica, porém, muitas destas não chegaram até nós. Apenas quarenta e sete textos, sejam autênticos, autoria duvidosa, espúrios ou até fragmentos.
Os escritos de Aristóteles de Estagira são divididos em dois grupos:
• Exotéricos: Escritos destinados ao público leigo, por isso, possuíam estrutura textual introdutória e geralmente feita por diálogos. Destas, apenas a Constituição de Atenas sobreviveu até chegar aos nossos tempos.
• Acroamáticas: Obras destinas apenas aos discípulos do Liceu, e escritas em forma de tratados profundamente dissertados a respeito do assunto em tese. Praticamente quase todas as obras de Aristóteles que sobreviveram até nossos dias se enquadram nesta categoria.
[Entretanto, sabia que as obras exotéricas eram mais conhecidas até o século I? Foi somente em 50 a.C. que os escritos acroamáticos foram descobertos, organizados e publicados por Andrônico de Rodes, um peripatético. Ocorre uma reviravolta à partir daí: Aristóteles que era apenas "só um dos discípulos de Platão" passa então a ter grande destaque quanto ao reconhecimento, passando a rivalizar seu mestre, Platão. As obras acroamáticas obscureceram os textos exotéricos de forma que quase se perderam inteiramente.]
Aristóteles foi um dos filósofos cuja filosofia é uma das mais vastas e ricas entre toda história da filosofia. Escreveu sobre várias coisas, como ética, ciência, estética, lógica (o Organon), etc.
Algumas de suas obras que podem ser citadas são Ética a Nicômaco, Do Céu, Da Alma, Física, Categorias, Da Interpretação, Política, Constituição de Atenas, Poética, Metafísica, Retórica, entre outras.
Os escritos de Aristóteles de Estagira são divididos em dois grupos:
• Exotéricos: Escritos destinados ao público leigo, por isso, possuíam estrutura textual introdutória e geralmente feita por diálogos. Destas, apenas a Constituição de Atenas sobreviveu até chegar aos nossos tempos.
• Acroamáticas: Obras destinas apenas aos discípulos do Liceu, e escritas em forma de tratados profundamente dissertados a respeito do assunto em tese. Praticamente quase todas as obras de Aristóteles que sobreviveram até nossos dias se enquadram nesta categoria.
[Entretanto, sabia que as obras exotéricas eram mais conhecidas até o século I? Foi somente em 50 a.C. que os escritos acroamáticos foram descobertos, organizados e publicados por Andrônico de Rodes, um peripatético. Ocorre uma reviravolta à partir daí: Aristóteles que era apenas "só um dos discípulos de Platão" passa então a ter grande destaque quanto ao reconhecimento, passando a rivalizar seu mestre, Platão. As obras acroamáticas obscureceram os textos exotéricos de forma que quase se perderam inteiramente.]
Aristóteles foi um dos filósofos cuja filosofia é uma das mais vastas e ricas entre toda história da filosofia. Escreveu sobre várias coisas, como ética, ciência, estética, lógica (o Organon), etc.
Algumas de suas obras que podem ser citadas são Ética a Nicômaco, Do Céu, Da Alma, Física, Categorias, Da Interpretação, Política, Constituição de Atenas, Poética, Metafísica, Retórica, entre outras.
domingo, 29 de maio de 2011
Bioética, a ética da ciência da vida
A bioética é a aplicação da conscientização ética dentro da medicina, cuidados da saúde, meio ambiente e demais ciências que trabalham com a vida e seus cuidados. O termo foi usado pela primeira vez em 1971 no livro "Bioética: Ponte para o futuro" de Van Rensselaer Potter.
Exemplos que podem ser citados onde a bioética entra nas ciências biológicas são nas pesquisas de células-tronco, o aborto, a eugênia, clonagem, transgênicos e a eutanásia.
A bioética é a aplicação da conscientização ética dentro da medicina, cuidados da saúde, meio ambiente e demais ciências que trabalham com a vida e seus cuidados. Grande responsabilidade moral é necessária, pois afinal, a bioética restringe o certo e o errado (igual a ética filosófica) dentro das ciências que trabalham com o estudo da vida. Por isso responsabilidade é um fundamento essencial para a bioética, pois quem deve aplicá-la está trabalhando com a vida, uma coisa muito séria.
Para fundamentar às bases da bioética são notados traços de humanismo e na valorização da vida, e também a influência moral que preceitos jurídicos e religiosos implicam nos baluartes dos fundamentos da ética médica. Por isso questões como o aborto e clonagem são cuidadosamente decididas quanto sua eficiência, e outras, como a criação de transgênicos e uso de células-tronco são motivos de polêmicas e discussão. Assim como o transplante de órgãos um dia já foi tabu e muito discutível, questões bioéticas também são, e podem um dia ser para nós aceitáveis.
"A vida de um indivíduo só faz sentido se ajuda a tornar a vida das demais criaturas mais nobres e mais bela." - Albert Einstein
Exemplos que podem ser citados onde a bioética entra nas ciências biológicas são nas pesquisas de células-tronco, o aborto, a eugênia, clonagem, transgênicos e a eutanásia.
A bioética é a aplicação da conscientização ética dentro da medicina, cuidados da saúde, meio ambiente e demais ciências que trabalham com a vida e seus cuidados. Grande responsabilidade moral é necessária, pois afinal, a bioética restringe o certo e o errado (igual a ética filosófica) dentro das ciências que trabalham com o estudo da vida. Por isso responsabilidade é um fundamento essencial para a bioética, pois quem deve aplicá-la está trabalhando com a vida, uma coisa muito séria.
Para fundamentar às bases da bioética são notados traços de humanismo e na valorização da vida, e também a influência moral que preceitos jurídicos e religiosos implicam nos baluartes dos fundamentos da ética médica. Por isso questões como o aborto e clonagem são cuidadosamente decididas quanto sua eficiência, e outras, como a criação de transgênicos e uso de células-tronco são motivos de polêmicas e discussão. Assim como o transplante de órgãos um dia já foi tabu e muito discutível, questões bioéticas também são, e podem um dia ser para nós aceitáveis.
"A vida de um indivíduo só faz sentido se ajuda a tornar a vida das demais criaturas mais nobres e mais bela." - Albert Einstein
sábado, 28 de maio de 2011
Falácia
Falácia é um argumento lógico inválido, falho, sem fundamento ou eficácia concreta. É uma eloquência que faz-se crer naquilo que não é, aparente e sem nenhum alicerce.
“Falácia é a idoneidade fazendo crer que é aquilo que não é, mediante alguma visão fantástica, ou seja, aparência sem existência.” - Pedro Hispano
São argumentos dados que tentam mostrar validez, mas apresentam erro racional, expresso por um dizer inconsciente. A falácia faz nada mais do que mascarar a verdade, intencionalmente ou acidentalmente, mas a ocultando. A interpretação da falácia requer um pouco de atenção, pois é muito fácil acreditar em algo dito à primeira impressão, mas a falácia deve-se ser interpretada e considerar seu sarcasmo.
“Falácia é a idoneidade fazendo crer que é aquilo que não é, mediante alguma visão fantástica, ou seja, aparência sem existência.” - Pedro Hispano
São argumentos dados que tentam mostrar validez, mas apresentam erro racional, expresso por um dizer inconsciente. A falácia faz nada mais do que mascarar a verdade, intencionalmente ou acidentalmente, mas a ocultando. A interpretação da falácia requer um pouco de atenção, pois é muito fácil acreditar em algo dito à primeira impressão, mas a falácia deve-se ser interpretada e considerar seu sarcasmo.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Reconhecimento da beleza
A estética possui essa intenção, determinar o que nos faz achar algo belo ou feio. Essa questão, a de beleza e fealdade, tem duas respostas dualísticas: A de que exista uma condição universal de ambas ou seu julgamento é subjetivo. Um defensor da segunda alternativa é Kant, que afirmava que era impossível estabelecer normas teóricas para a determinação do que é belo. A beleza então para ele não poderia ser predita por regras, e sim pelo agrado que causa ao admirador.
Analisando Kant é verdade. A beleza é vista com base no que o indivíduo interpreta, porém, o mesmo possui influência de alguma norma que predita para ele o que é belo, que é a norma cultural. Essa quase lei que a pessoa acaba por receber do meio social não se torna uma proporção universal, por ser relativa.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Poliarquia na tolerância social
A teoria política da poliarquia foi elaborada pelo cientista político Robert Dahl, como ferramenta de estudo da influência da democracia em países onde a mesma é adotada.
Como sabemos a sociedade possuem diversos grupos, sejam eles divididos por condição financeira, religiosa, étnica, de gênero, entre outras demais.
A coexistência harmoniosa desses grupos deve garantir sua presença na sociedade, seus direitos e zelar pela suas garantias constitucionais.
[É aquela velha lição de moral de "respeitar a religião dos outros, opção sexual, time de futebol, etc".]
Os cidadãos possuem uma série de direitos, e é responsabilidade do Estado prover garantia política de sujeição à contestação e oposição dentro do que a lei limita. Isto é, o governo poliárquico deve visar um diplomacia entre os grupos sociais, equilibrando a ação de seus interesses e fazendo leis que os igualem perante o Estado.
De modo geral, o governo poliárquico deve mantém a paz entre as demais diferenças, evitando conflitos e oferencendo a igualdade para se contentarem, não privilegiando nenhuma com regálias.
Como sabemos a sociedade possuem diversos grupos, sejam eles divididos por condição financeira, religiosa, étnica, de gênero, entre outras demais.
A coexistência harmoniosa desses grupos deve garantir sua presença na sociedade, seus direitos e zelar pela suas garantias constitucionais.
[É aquela velha lição de moral de "respeitar a religião dos outros, opção sexual, time de futebol, etc".]
Os cidadãos possuem uma série de direitos, e é responsabilidade do Estado prover garantia política de sujeição à contestação e oposição dentro do que a lei limita. Isto é, o governo poliárquico deve visar um diplomacia entre os grupos sociais, equilibrando a ação de seus interesses e fazendo leis que os igualem perante o Estado.
De modo geral, o governo poliárquico deve mantém a paz entre as demais diferenças, evitando conflitos e oferencendo a igualdade para se contentarem, não privilegiando nenhuma com regálias.
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