[Postagem dedicada ao Dia dos Namorados!]
Amor possui vários significados e categorias; tendo amor entre pais e filhos, à algo que goste, à pátria, deus, etc. Entretanto, aquele amor que mais alegra, entristece, inspira, motiva, agoniza e faz o homem sofrer é o amor romântico, o sentimento de ver o bem estar na pessoa amada e encontrar alegria, saudade ou dor ao pensar nesta.
"Amor é fogo que arde sem se ver." - Luíz Vaz de Camões
Platão dizia que o amor verdadeiro se baseava na virtude, uma indescritível e interpretativa forma de dizer que o amor é dado pelas qualidades afetivas e vínculos com a pessoa amada; não por interesses e meros atrativos, este sendo o então chamado amor platônico. Em uma de suas mais prestigiadas obras, O Banquete (Simpósio), Platão disserta sobre o amor através de uma história.
Em Ética à Nicômaco, Aristóteles afirma o amor não como apenas uma emoção, e sim como uma relação que implica em mutualidade e benevolência recíproca.
Kant foi outro filósofo a refletir sobre o amor, o dividindo em patológico (o amor envolvente de uma emoção passiva), que era inferior ao prático (aquele que se dá pelo respeito e preocupação).
Outra relação estabelicidade é a dualidade do amor e sexo em Schopenhauer. Ele mesmo dizia que o amor nada mais era do que uma desculpa para o interesse em ter em quem descontar os desejos eróticos. Seria nada mais a fixação em seu alvo qual disperta seu desejo inconsciente de expor os instintos primitivos sexuais do ser humano.
"O coração tem razões que a própria razão desconhece." - Blaise Pascal
O amor romântico-erótico [o qual esta postagem disserta] é a emoção qual o ser humano mais sente forte por alguém.
• O amor romântico é aquele qual a pessoa se interessa por uma pessoa por meio de qualidades na personalidade dela que te tragam conforto e aprovação em estar perto dessa pessoa, que te dê saudade quando longe e solte fogos quando perto. A beleza e sensualidade podem chamar de alguma forma atenção, mas de forma não tão significativa (principalmente quanto ao grau de sensualidade). É aquele amor qual a pessoa possui a vontade de ver a pessoa amada feliz e ao seu lado, havendo então uma balança entre o que você quer dar à pessoa amada e a realização que você procura em ter com ela.
• O amor erótico é aquele baseado na atração física, principalmente ao desejo e excitação que a outra causa em quem está amando. O amor erótico nada mais é do que um jogo de sedução e charme, cujo objetivo é apenas se envolver em puro sexo e envolvente erotismo com o alvo de seu desejo amoroso.
Também existe a paixão, coisa que se deve diferenciar do amor. A paixão é um desejo por uma pessoa de forma similar ao amor, mais sem querer algum comprometimento com ela, tendo apenas o fim de suprir carência ou o desejo provocado pela beleza e os atrativos físicos alheios.
O amor quando correspondido é algo maravilhoso quando se sabe sentir, pois os enamorados desfrutam tanto deste doce sentimento ao ponto de querer escapar da razão. O amor não correspondido ou "impossível" é sofrido, pois você se encontra numa condição incapaz de ter a pessoa que ama e dela te ter. Terminar ou perder a pessoa amada também fazem a pessoa sentir o lado obscuro do amor.
Apesar se ser em grande parte pura emoção, o amor para ser saudável é necessário um pouco de razão. Uma pessoa que quer apenas o próprio contento na relação e não se baseia em tratar e cuidar bem da pessoa amada, o amor entre estas se torna apenas um escapismo do quanto o outro pode o deixar bem perante os outros.
Amores baseados em vaidades, interesses e prazeres não passam de paixões e relações instáveis. Amores mal remediados são instáveis, porém, fortemente sentidos nas horas boas e ruins. Amores racionais por assim dizer sempre trazem contento, mesmo nas horas ruins, mesmo quando não se tem a amada ao seu lado, priorizando sua felicidade como causa maior.
Sobre o amor...
"Na vida do homem, o amor é uma coisa à parte, na da mulher, é toda a vida." - Lord Byron
"O sexo busca o prazer; o amor, a pessoa." - Fulton J. Sheen
"O amor é um sentimento tão delicioso porque o interesse de quem ama confunde-se com o do amado.” - Stendhal
"Nada há tão doce na vida como os jovens sonhos de amor." - Thomas More
"O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são." - Nietzsche
"Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade." - Gottfried Leibniz
"O amor é a força mais sutil do mundo." – Mahatma Gandhi
"Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos." - Bertrand Russell
"O amor é uma flor delicada, mas é preciso ter a coragem de ir colhê-la à beira de um precipício." - Sthendal
"O fundo de uma agulha é bastante espaçoso para dois enamorados; mas o mundo todo é pequeno para dois inimigos." - Solomon Ibn Gabirol
"Ao toque do amor, qualquer um vira um poeta." - Platão
"É tão absurdo dizer que um homem não pode amar a mesma mulher toda a vida, quanto dizer que um violinista precisa de diversos violinos para tocar a mesma música." - Balzac
"Se você acredita em amor a primeira vista, nunca pare de olhar." - Frase do filme Closer (Perto Demais)
domingo, 12 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Sobre à origem de tudo
Quando nos perguntamos questões existenciais, sobre nós, forças além de nós e o universo em si; uma das perguntas mais recorrentes é a origem do Universo, em caráter filosófico, a cosmogonia. [Não confundir com cosmologia, esta sendo de caráter científico!]
A cosmogonia é uma explicação para a origem da existência, seja universal ou apenas da existência da vida.
Desde os tempos dos primeiros seres humanos é tentado se explicar à origem da existência do universo, e várias culturas e religiões fizeram isso. Todas explicam de forma simbólica, dando origem ao mito, uma forma representativa de se explicação racional por meio de histórias fantasiosas.
Alguns elementos em mitos criacionistas se repetem nas diversas crenças e culturas, como o ovo cósmico ou do deus primordial morto e desmembrado cujas partes vão criando tudo no mundo e no universo.
Vários exemplos podem ser citados, como o mito de Pan Ku dos chineses, o Enuma Elish dos sumérios, o Gênesis e as descrições na obra Teogonia de Hesíodo.
Em princípio existem três categorias de explicações cosmogônicas: Um universo criado do nada, um cíclico e um "sem começo, sempre existente".
Uma explicação metafísica e conhecimento de preceitos científicos facilitam pensar nessa questão, da origem da vida à origem de tudo. Entender o universo resulta numa compreensão melhor de suas causas e efeitos; e entender à vida alivia mais as dúvidas em relação ao sentido desta e seu significado.
As cosmogonias nos mostram o fascínio (e eterno debate) na explicação humana para a origem do mundo, o universo e a existência em si. A origem das coisas se extende da origem da existência até a origem da vida, algo que se torna uma imortal incógnita para o ser humano, sendo isto algo profundo demais para este ter conhecimento ao menos por um tempo, este tempo sendo os dias de vida.
A cosmogonia é uma explicação para a origem da existência, seja universal ou apenas da existência da vida.
Desde os tempos dos primeiros seres humanos é tentado se explicar à origem da existência do universo, e várias culturas e religiões fizeram isso. Todas explicam de forma simbólica, dando origem ao mito, uma forma representativa de se explicação racional por meio de histórias fantasiosas.
Alguns elementos em mitos criacionistas se repetem nas diversas crenças e culturas, como o ovo cósmico ou do deus primordial morto e desmembrado cujas partes vão criando tudo no mundo e no universo.
Vários exemplos podem ser citados, como o mito de Pan Ku dos chineses, o Enuma Elish dos sumérios, o Gênesis e as descrições na obra Teogonia de Hesíodo.
Em princípio existem três categorias de explicações cosmogônicas: Um universo criado do nada, um cíclico e um "sem começo, sempre existente".
Uma explicação metafísica e conhecimento de preceitos científicos facilitam pensar nessa questão, da origem da vida à origem de tudo. Entender o universo resulta numa compreensão melhor de suas causas e efeitos; e entender à vida alivia mais as dúvidas em relação ao sentido desta e seu significado.
As cosmogonias nos mostram o fascínio (e eterno debate) na explicação humana para a origem do mundo, o universo e a existência em si. A origem das coisas se extende da origem da existência até a origem da vida, algo que se torna uma imortal incógnita para o ser humano, sendo isto algo profundo demais para este ter conhecimento ao menos por um tempo, este tempo sendo os dias de vida.
domingo, 5 de junho de 2011
Em relação ao passado
"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente." - Søren Kierkegaard
Muitas pessoas pensam que o passado é algo que não pode ser mudado, e estão certas; porém, erram em acreditar que este não possui influência em nosso presente, que o mesmo fará com o futuro.
O passado não deve ser desconsiderado, e sim entendido. A pessoa que estuda seu passado terá conhecimento de seu presente, e se tiver olhos abertos para seu presente, poderá imaginar um futuro possível.
Começando por nossa formação pessoal, que é resultado do passado. Aprendizado, traumas e acontecimentos marcantes que vão reformando sua concepção das coisas e do mundo e até mesmo mudando seu caráter.
Sem passado não existe presente e nem futuro. O presente é o efeito, o passado é a causa, e o futuro consequência. Traduzindo, o passado dá sentido ao presente.
Exemplos a se ilustras: Uma pessoa de bem com o presente está no mínimo satisfeita com seu passado, ou de alguma forma com a consciência livre em relação ao mesmo. Uma com problemas pessoais (ou qualquer outro tipo) no presente é por ter um fantasma do passado que ainda a atormenta.
"Conta-me o teu passado e saberei o teu futuro." - Confúcio
Uma coisa que aprendemos com o estudo da história é que o passado acaba acarretando em alguma mudança presente, seja em questão cultural, moral, política, etc. Imagine uma coisa na história que acabasse acontecendo de forma diferente da qual aconteceu – Com toda certeza isso implicaria na mudança de vários outros acontecimentos, e de alguma forma o presente seria bastante diferente.
Vale lembrar que qualquer acontecimento histórico ou presente que um dia entre para a história é sempre justificado por um passado. O passado é importante para se entender o presente e especular o futuro; e quanto mais voltamos no tempo, mais veremos que conforme o passado fica mais distante ele se torna mais crucial.
"Quando o passado não ilumina o futuro, o espírito vive em trevas." - Alexis de Tocqueville
Quando se possui um passado sombrio, ele de certa forma escurece nossa vida. A pessoa pode procurar o superar, mais o fato de não querer repetir seus erros ou que alguém não os cometa já é alguma forma dela mostrar sua vergonha e repulso pelo que ela fez ou foi um dia.
“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” – Dalai Lama
Muitas pessoas pensam que o passado é algo que não pode ser mudado, e estão certas; porém, erram em acreditar que este não possui influência em nosso presente, que o mesmo fará com o futuro.
O passado não deve ser desconsiderado, e sim entendido. A pessoa que estuda seu passado terá conhecimento de seu presente, e se tiver olhos abertos para seu presente, poderá imaginar um futuro possível.
Começando por nossa formação pessoal, que é resultado do passado. Aprendizado, traumas e acontecimentos marcantes que vão reformando sua concepção das coisas e do mundo e até mesmo mudando seu caráter.
Sem passado não existe presente e nem futuro. O presente é o efeito, o passado é a causa, e o futuro consequência. Traduzindo, o passado dá sentido ao presente.
Exemplos a se ilustras: Uma pessoa de bem com o presente está no mínimo satisfeita com seu passado, ou de alguma forma com a consciência livre em relação ao mesmo. Uma com problemas pessoais (ou qualquer outro tipo) no presente é por ter um fantasma do passado que ainda a atormenta.
"Conta-me o teu passado e saberei o teu futuro." - Confúcio
Uma coisa que aprendemos com o estudo da história é que o passado acaba acarretando em alguma mudança presente, seja em questão cultural, moral, política, etc. Imagine uma coisa na história que acabasse acontecendo de forma diferente da qual aconteceu – Com toda certeza isso implicaria na mudança de vários outros acontecimentos, e de alguma forma o presente seria bastante diferente.
Vale lembrar que qualquer acontecimento histórico ou presente que um dia entre para a história é sempre justificado por um passado. O passado é importante para se entender o presente e especular o futuro; e quanto mais voltamos no tempo, mais veremos que conforme o passado fica mais distante ele se torna mais crucial.
"Quando o passado não ilumina o futuro, o espírito vive em trevas." - Alexis de Tocqueville
Quando se possui um passado sombrio, ele de certa forma escurece nossa vida. A pessoa pode procurar o superar, mais o fato de não querer repetir seus erros ou que alguém não os cometa já é alguma forma dela mostrar sua vergonha e repulso pelo que ela fez ou foi um dia.
“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” – Dalai Lama
sábado, 4 de junho de 2011
Os ensaios
José Ortega y Gasset definiu a produção de ensaios como a "ciência sem prova explícita".
O ensaio é um estilo literário breve, direto, didático, refletivo e crítico, expondo o autor suas idéias. Retrata a defesa de seu escritor sobre determinado ponto de vista, inspirado em sua reflexão, dedução ou provas empíricas.
São escritos em formato discursivo formal ou informal. Quando se é formal, é necessária uma leitura objetiva, didática e metódica, marcada pela crítica. Se for informal requer capricho e dinâmica veicular.
A estrutura básica de um ensaio filosófico se apresenta de forma bem estruturada: Consiste primeiramente em apresentar o assunto a ser argumentado, seguido de teses ao favor da opinião do autor. Deve então em seguida especular e provar os argumentos válidos, suas premissas verdadeiras e concluir o que se foi provado de forma lógica e eloquente.
"Um discurso tem duas partes: temos de apresentar nossa tese e temos de a demonstrar."- Aristóteles
O que Aristóteles quis dizer é que o ensaio possui uma divisão básica, que é expor e explicar a tese que se apresenta (afinal, para isso servem os ensaios).
Um dos mais trabalhados guias relevantes ao preparar e elaboração de ensaio é Fedro, de Platão. Um trecho que enfatiza os cuidados a se tomarem ao escrever um ensaio, segundo Platão:
"Todo discurso deve ser construído como uma criatura viva, dotado por assim dizer do seu próprio corpo; não lhe podem faltar nem pés nem cabeça; tem de dispor de um meio e de extremidades compostas de modo tal que sejam compatíveis uns com os outros e com a obra como um todo."
Mesmo o conceito dos ensaios filosóficos remontarem aos antigos, foi apenas no século XVI, com filósofos como Francis Bacon e Michel de Montagne que os ensaios começaram à se desenvolver melhor, ganhando mais características e particularização de um tratado ou qualquer outro tipo de texto. Montaigne mesmo idealizou em sua obra Ensaios que o gênero literário homônimo qual este foi pioneiro era então apenas um gênero literário de argumentação refletiva pessoal.
Muitos filósofos, à partir de Montaigne e Bacon (do primeiro principalmente), começaram a escrever suas teses com base nos elementos apropriados para se escrever um ensaio cujo o fim é entendimento do leitor. Alguns deles são John Locke, Voltaire, Albert Camus, C.S. Lewis e outros filósofos e escritores. [Os antigos também, mas a noção do que é ensaio começou apenas a ser melhor compreendida com Montaigne. Vários filósofos antigos também foram ensaístas, como Plutarco por exemplo.]
O ensaio é um estilo literário breve, direto, didático, refletivo e crítico, expondo o autor suas idéias. Retrata a defesa de seu escritor sobre determinado ponto de vista, inspirado em sua reflexão, dedução ou provas empíricas.
São escritos em formato discursivo formal ou informal. Quando se é formal, é necessária uma leitura objetiva, didática e metódica, marcada pela crítica. Se for informal requer capricho e dinâmica veicular.
A estrutura básica de um ensaio filosófico se apresenta de forma bem estruturada: Consiste primeiramente em apresentar o assunto a ser argumentado, seguido de teses ao favor da opinião do autor. Deve então em seguida especular e provar os argumentos válidos, suas premissas verdadeiras e concluir o que se foi provado de forma lógica e eloquente.
"Um discurso tem duas partes: temos de apresentar nossa tese e temos de a demonstrar."- Aristóteles
O que Aristóteles quis dizer é que o ensaio possui uma divisão básica, que é expor e explicar a tese que se apresenta (afinal, para isso servem os ensaios).
Um dos mais trabalhados guias relevantes ao preparar e elaboração de ensaio é Fedro, de Platão. Um trecho que enfatiza os cuidados a se tomarem ao escrever um ensaio, segundo Platão:
"Todo discurso deve ser construído como uma criatura viva, dotado por assim dizer do seu próprio corpo; não lhe podem faltar nem pés nem cabeça; tem de dispor de um meio e de extremidades compostas de modo tal que sejam compatíveis uns com os outros e com a obra como um todo."
Mesmo o conceito dos ensaios filosóficos remontarem aos antigos, foi apenas no século XVI, com filósofos como Francis Bacon e Michel de Montagne que os ensaios começaram à se desenvolver melhor, ganhando mais características e particularização de um tratado ou qualquer outro tipo de texto. Montaigne mesmo idealizou em sua obra Ensaios que o gênero literário homônimo qual este foi pioneiro era então apenas um gênero literário de argumentação refletiva pessoal.
Muitos filósofos, à partir de Montaigne e Bacon (do primeiro principalmente), começaram a escrever suas teses com base nos elementos apropriados para se escrever um ensaio cujo o fim é entendimento do leitor. Alguns deles são John Locke, Voltaire, Albert Camus, C.S. Lewis e outros filósofos e escritores. [Os antigos também, mas a noção do que é ensaio começou apenas a ser melhor compreendida com Montaigne. Vários filósofos antigos também foram ensaístas, como Plutarco por exemplo.]
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Entendimento social de Maquiavel e Morus
O italiano Maquiavel e o inglês Thomas Morus foram influentes no pensamento sociológico e político. Na Utopia de Thomas More, o mesmo retrata uma sociedade idealizada, como deveria ser. Já em O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, ele faz uma arguta observação das relações humanas, além de um ponto de vista menos idealizador do ser humano.
Porém, o que em ambos podemos notar é como as relações sociais passam a desenvolver a instabilidade social, sendo a paz ou calamidade resultado das condições econômicas e políticas e como estas são trabalhadas. Esses filósofos expõem os valores de sua época ao confiar os destinos dos povos e sua organização nas mãos de governantes competentes e sábios.
A história se torna um conhecimento valoroso para eles, com objetivo dos fatos passados terem relevância na melhoria e reflexão, como fonte de experiência e informação. Maquiavel se faz valer de fatos e líderes passados como defesa de seus ideais, mostrando ser possível reconhecer a vida social, dependendo de leis que afetam em algum grau a sociedade independente de época e lugar. O conhecimento da história se torna então uma melhor compreensão do presente.
Ambos caracterizam a ação do homem, seja ela passada ou presente, como alicerces de seu entendimento sociológico.
Porém, o que em ambos podemos notar é como as relações sociais passam a desenvolver a instabilidade social, sendo a paz ou calamidade resultado das condições econômicas e políticas e como estas são trabalhadas. Esses filósofos expõem os valores de sua época ao confiar os destinos dos povos e sua organização nas mãos de governantes competentes e sábios.
A história se torna um conhecimento valoroso para eles, com objetivo dos fatos passados terem relevância na melhoria e reflexão, como fonte de experiência e informação. Maquiavel se faz valer de fatos e líderes passados como defesa de seus ideais, mostrando ser possível reconhecer a vida social, dependendo de leis que afetam em algum grau a sociedade independente de época e lugar. O conhecimento da história se torna então uma melhor compreensão do presente.
Ambos caracterizam a ação do homem, seja ela passada ou presente, como alicerces de seu entendimento sociológico.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
A tentação do vício
"Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo."- Carl Gustav Jung
O que é vício? É aquilo que se toma como um hábito repetitivo que praticamos e que essa constante frequência é danosa de alguma forma.
Uma anestesia da dor seria uma boa definição do que é vício. Os vícios nos dão prazer através de um meio tentador e alivie assim alguma dor dentro da pessoa, seja ela percebendo ou não. O vício é um prazer nocivo, um exagero de algo que pode ou não fazer mal de fato, mas acaba fazendo pela falta de temperança. Dizendo de forma clara, o vício é um meio de ocultar um sofrimento interno, provocando uma busca deliberada por prazer e "sufocar do tormento".
O conceito teológico cristão dos sete pecados capitais são uma teoria ética dos vícios em relação ao homem. Seu idealizador original, Evágrio do Ponto (ou Pôntico), listou os males mais tentadores para o ser humano, que embora doces para nossas pulsões, são corrosivos para nossa alma.
O primeiro malefício que podemos perceber no que o vício provoca é a dependência. Com o tempo, o alvo do vício se torna um costume, algo rotineiro, e de alguma forma nos apegamos tanto que acabamos precisando dele como se fosse uma necessidade básica de nossa vida.
"Só o forte e corajoso é capaz de se livrar de um vício." - Provérbio judaico
Se apresentam de várias formas. Tem gente que é viciada em drogas, jogatina, sexo, comida, trabalho, estudar, e mais. Não importando com qual se apresente, o vício é um prazer de realização imediata e qual sem ele o viciado se sente vazio, péssimo, entre outras forma de se dizer que depende daquilo.
"Todas as substâncias são venenos; não existe uma que não seja veneno. A dose certa diferencia um veneno de um remédio." - Paracelso
O que é vício? É aquilo que se toma como um hábito repetitivo que praticamos e que essa constante frequência é danosa de alguma forma. "Sou escravo pelos meus vícios e livre pelos meus remorsos." - Jean-Jacques Rousseau
O conceito teológico cristão dos sete pecados capitais são uma teoria ética dos vícios em relação ao homem. Seu idealizador original, Evágrio do Ponto (ou Pôntico), listou os males mais tentadores para o ser humano, que embora doces para nossas pulsões, são corrosivos para nossa alma.
O primeiro malefício que podemos perceber no que o vício provoca é a dependência. Com o tempo, o alvo do vício se torna um costume, algo rotineiro, e de alguma forma nos apegamos tanto que acabamos precisando dele como se fosse uma necessidade básica de nossa vida.
"Só o forte e corajoso é capaz de se livrar de um vício." - Provérbio judaico
Se apresentam de várias formas. Tem gente que é viciada em drogas, jogatina, sexo, comida, trabalho, estudar, e mais. Não importando com qual se apresente, o vício é um prazer de realização imediata e qual sem ele o viciado se sente vazio, péssimo, entre outras forma de se dizer que depende daquilo.
"Todas as substâncias são venenos; não existe uma que não seja veneno. A dose certa diferencia um veneno de um remédio." - Paracelso
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