A palavra verdade possui vastos significados, todos referentes com veracidade em alguma coisa, legitimidade e certeza. Verdade é tudo que é firmado, a veracidade que sustenta a condição e algo ser, e “o ser” nesse caso seria a firmação de sua eternidade absoluta e real.
A verdade é estudada na filosofia por "partes"; como na metafísica, em que estuda a natureza dela, a lógica que se ocupa em estudar a preservação dela ou a epistemologia, que estuda como conhecemos a verdade.
O conceito de verdade, na filosofia ocidental, surgiu com Sócrates. Antes desse filósofo a verdade não existia para a filosofia, pois as coisas mudavam, tudo fluía pelo devir. As verdades seriam revelações eternas sobre a vida e as coisas, um conhecimento acerca disto que não é relativo, e sim único e objetivo.
Essa idéia de verdade com instabilidade e eternidade inclusive se tornou importante para a filosofia ao ponto de sua busca ser um dos fins da filosofia. A verdade deve-se ser buscada, todo filósofo visa em seu pensamento buscar aquilo que é verdade sobre o pensar, julgar e outras questões, ao menos as “verdades” para ele apresentadas.
O problema da verdade é saber se existem verdades eternas, pois como veremos, muitos filósofos firmavam que tudo é relativo, e essa subjetividade faria com não houvesse nenhuma verdade eterna, nenhum conhecimento de algo que seja de fato verídico, pois a realidade sempre é de alguma forma particular para quem a reconhece. Nietzsche dizia que não há fatos eternos, assim como não existem verdades absolutas. O filósofo analítico como Frege, Russell e Wittgenstein entram em duvida no absoluto das verdades, contestando se não ou não refutáveis.
Seria a verdade uma ilusão? Não poderíamos dizer que o relativismo ou devir seriam verdades? Pois seguem o princípio de serem fatos inexoráveis e absolutos, logo, poderiam ser verdades. Ou será que não existem verdades que podem ser buscadas e quem as procurem consiga tal esclarecimento? De qualquer forma, a busca por verdade é algo sem fim, insaciado, pois a dúvida cria um caos a nos dividir e confundir, cabendo a nós determinar o que é, se é e se há verdade.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Corpo e alma
Um assunto com bastante argumentação metafísica é a dualidade entre corpo e alma, o mundano e etéreo, essência e aparência. Há muita contradição e em algumas perspectivas alguns paradoxos entre eles, pois são apontados muitas vezes como instâncias distintas e separadas ou interligadas mesmo que diferentes, dependendo apenas do filósofo.
Platão dizia que o homem vivia sobre dos mundos, o sensível e o inteligível; que é o da matéria e o das idéias. As idéias poderiam estar sujeitas ao que individuo percebesse do mundo sensível, sujeitando as idéias e construções de mundo de um indivíduo com base de sua experiência física. Mesmo assim defendeu o demiurgo, que seria um terceiro mundo, o de verdades que seriam verídicas e eternas, portanto legítimas.
Aristóteles, discípulo de Platão, dizia que sensível e o etéreo andavam juntos e a separação deles seria apenas conceitual. O físico e a essência seriam conciliáveis e as coisas seriam imanentes. Tudo teria dois princípios inseparáveis: A matéria, que seria indeterminada dos seres, e a forma, que seria determinada em si própria. A forma daria as coisas serem o que são por natureza, essencialmente; enquanto a matéria apenas constitui o substrato que permanece.
Epicuro desacreditava na existência da alma, em troca firmando a mente. A mente morria junto ao corpo, quando a pessoa passasse pela mote física, deixando assim de existir como ser e apenas se tornar um corpo sem vida.
Séculos mais tarde, Agostinho de Hipona, influenciado pelo pensamento cristão, firmava a supremacia do espírito sobre o corpo. Deus teria criado a alma para imperar sobre o corpo, direcionando o ser humano para a prática do bem. Entretanto, a pré-disposição natural do homem para o mal o faria submeter o espírito ao corpo, se entregando ao pecado, sendo a intervenção da graça divina uma iluminação para a alma vencer o confronto contra a carne.
René Descartes propôs um dualismo entre corpo e alma, que seria dimensões totalmente separadas, indo contra ao que Aristóteles firmava. Sua metafísica dizia que existiam duas substâncias que seriam presente em tudo: A res cogitans (substância pensante) que seria o espírito, consciência ou mente e res extensa (substância extensa) que a matéria. O dualismo cartesiano propunha uma terceira substância, a res infinita (substância infinita), que seria como deus, só que transcendente do mundo, ou seja, separado de sua criação. Seu dualismo se assemelha um pouco com o mundo sensível, inteligível e demiurgo de Platão.
Mesmo que o corpóreo e o etéreo sejam independentes ou ligados, eles possuem seus próprios fundamentos, que metafisicamente influenciam a natureza humana. Simbolicamente o corpo (ou carne, aparência e afins) seria os instintos primitivos e desprovido de razão em cada ser humano, a exaltação, o hedonismo, o elo animal do ser humano. A essência (que pode ser chamada de espírito, alma, consciência ou até pensamento) é o lado provido de razão, que fundamentado de questionamento e observação torna as pessoas mais conscientes de si e do mundo.
Platão dizia que o homem vivia sobre dos mundos, o sensível e o inteligível; que é o da matéria e o das idéias. As idéias poderiam estar sujeitas ao que individuo percebesse do mundo sensível, sujeitando as idéias e construções de mundo de um indivíduo com base de sua experiência física. Mesmo assim defendeu o demiurgo, que seria um terceiro mundo, o de verdades que seriam verídicas e eternas, portanto legítimas.
Aristóteles, discípulo de Platão, dizia que sensível e o etéreo andavam juntos e a separação deles seria apenas conceitual. O físico e a essência seriam conciliáveis e as coisas seriam imanentes. Tudo teria dois princípios inseparáveis: A matéria, que seria indeterminada dos seres, e a forma, que seria determinada em si própria. A forma daria as coisas serem o que são por natureza, essencialmente; enquanto a matéria apenas constitui o substrato que permanece.
Epicuro desacreditava na existência da alma, em troca firmando a mente. A mente morria junto ao corpo, quando a pessoa passasse pela mote física, deixando assim de existir como ser e apenas se tornar um corpo sem vida.
Séculos mais tarde, Agostinho de Hipona, influenciado pelo pensamento cristão, firmava a supremacia do espírito sobre o corpo. Deus teria criado a alma para imperar sobre o corpo, direcionando o ser humano para a prática do bem. Entretanto, a pré-disposição natural do homem para o mal o faria submeter o espírito ao corpo, se entregando ao pecado, sendo a intervenção da graça divina uma iluminação para a alma vencer o confronto contra a carne.
René Descartes propôs um dualismo entre corpo e alma, que seria dimensões totalmente separadas, indo contra ao que Aristóteles firmava. Sua metafísica dizia que existiam duas substâncias que seriam presente em tudo: A res cogitans (substância pensante) que seria o espírito, consciência ou mente e res extensa (substância extensa) que a matéria. O dualismo cartesiano propunha uma terceira substância, a res infinita (substância infinita), que seria como deus, só que transcendente do mundo, ou seja, separado de sua criação. Seu dualismo se assemelha um pouco com o mundo sensível, inteligível e demiurgo de Platão.
Mesmo que o corpóreo e o etéreo sejam independentes ou ligados, eles possuem seus próprios fundamentos, que metafisicamente influenciam a natureza humana. Simbolicamente o corpo (ou carne, aparência e afins) seria os instintos primitivos e desprovido de razão em cada ser humano, a exaltação, o hedonismo, o elo animal do ser humano. A essência (que pode ser chamada de espírito, alma, consciência ou até pensamento) é o lado provido de razão, que fundamentado de questionamento e observação torna as pessoas mais conscientes de si e do mundo.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O grito da natureza
A linguagem é a forma principal de comunicação, qual sem ela, nada seria nomeado e nem haveria como interligar palavras aos fatos e idéias; tendo a linguagem falada uma importância básica e essencial. A origem da linguagem humana remonta tempo imemoriáveis, os tempos que começou haver necessidade de identificar as coisas e até mesmo exprimir alguma sensação.
Essa explicação, a de exprimir sentimentos, é qual Rousseau firma a origem da linguagem. O filósofo supôs que a linguagem humana se desenvolveu num ritmo gradual, partindo da necessidade de exprimir sentimentos até chegar às formas mais abstratas de linguagem, que teria sido usada pelos primeiros seres humanos em situações de perigo ou alivio de dor física, mas era inicialmente de uso em situações como essa, “automáticas”. Rousseau chamou isso de grito da natureza, o primeiro indício de linguagem humana.
Com o tempo então, a expressão da linguagem falada seria usada em outros contextos, como na interação entre as pessoas em contextos diversos, qual a linguagem então passaria a evoluir num corpo de termos e significados.
Essa explicação, a de exprimir sentimentos, é qual Rousseau firma a origem da linguagem. O filósofo supôs que a linguagem humana se desenvolveu num ritmo gradual, partindo da necessidade de exprimir sentimentos até chegar às formas mais abstratas de linguagem, que teria sido usada pelos primeiros seres humanos em situações de perigo ou alivio de dor física, mas era inicialmente de uso em situações como essa, “automáticas”. Rousseau chamou isso de grito da natureza, o primeiro indício de linguagem humana.
Com o tempo então, a expressão da linguagem falada seria usada em outros contextos, como na interação entre as pessoas em contextos diversos, qual a linguagem então passaria a evoluir num corpo de termos e significados.
Em "Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens" Rousseau escreveu:
"Quando as idéias dos homens começaram a estender-se e a multiplicar-se, e se estabeleceu entre eles uma comunicação mais íntima, procuraram sinais mais numerosos e uma língua mais extensa; multiplicaram as inflexões de voz e juntaram-lhes gestos que, por sua natureza, são mais expressivos e cujo sentido depende menos de uma determinação anterior."
sábado, 17 de setembro de 2011
Fundamentos do trabalho
O trabalho é fundamental para a subsistência do ser humano desde as épocas imemoriáveis, pois dele vem nosso sustento. Nesses tempos nosso trabalho era diretamente obter o que precisássemos para viver, como caçar, pescar e plantar; o sistema econômico do ser humano foi mudando até ser o qual conhecemos e aceitamos, qual consiste em trabalhar para se obter um pagamento, qual se pode com ele suprir suas necessidades.
É a forma qual se é capaz de se chegar a um determinado fim, qual de certa forma dá mobilidade para a sociedade. Sem o trabalho, as necessidades de muitas pessoas ou até coletivas não seriam atendidas, e a sociedade ficaria na inércia.
A máxima de que “o trabalho é bom para o homem” é substituída e compreendida automaticamente nos tempos contemporâneos como “o trabalho proporciona desenvolvimento econômico para o homem”. Isso faz passar que o trabalho não é algo para suprir sua subsistência, isto se torna pouco, deve-se então nessa forma de pensar acumular sempre mais para poder viver melhor conforme o que o dinheiro pode te proporcionar.
Marx critica isso, pois por causa do capitalismo o trabalho é feito por muito para enriquecer a poucos. O homem então se encontraria forçado a vender seu serviço para poder sobreviver, não trabalhando só por si, mais também para seu superior que vive à custa de seu emprego, esse seria o conceito do mais-valia. Isso faz o trabalho ser um esforço sem fim do homem de enriquecer que nunca se esgota.
É a forma qual se é capaz de se chegar a um determinado fim, qual de certa forma dá mobilidade para a sociedade. Sem o trabalho, as necessidades de muitas pessoas ou até coletivas não seriam atendidas, e a sociedade ficaria na inércia.
A máxima de que “o trabalho é bom para o homem” é substituída e compreendida automaticamente nos tempos contemporâneos como “o trabalho proporciona desenvolvimento econômico para o homem”. Isso faz passar que o trabalho não é algo para suprir sua subsistência, isto se torna pouco, deve-se então nessa forma de pensar acumular sempre mais para poder viver melhor conforme o que o dinheiro pode te proporcionar.
Marx critica isso, pois por causa do capitalismo o trabalho é feito por muito para enriquecer a poucos. O homem então se encontraria forçado a vender seu serviço para poder sobreviver, não trabalhando só por si, mais também para seu superior que vive à custa de seu emprego, esse seria o conceito do mais-valia. Isso faz o trabalho ser um esforço sem fim do homem de enriquecer que nunca se esgota.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O crime como banal
O crime é uma forma de censurar a ação humana, de conceituar o certo e errado no sentido de legalidade, ou seja, dizer o que é legal ou não. Tudo aquilo que pela lei é ilegal é crime, e se feito deve ser julgado e quem o fez de alguma forma ser penalizado.
Transgredir a lei para ela é crime, ir contra o que ela considera ilegal, que ela firma que não deve ser feito. A lei tem como objetivo dar ordem e uma boa condição de coexistência na sociedade, e o que ela considera como inadequado é o que devemos evitar, sendo atos criminosos, como tráfico, homicídio, roubo, furto, estupro, entre outros.
É aquilo que não deve ser feito, sendo que há punição como forma de conscientizar a pessoa do que fez ou fazer a mesma pagar pelo o que fez. É uma prova de que tudo que se faz tem sua consequência.
Por muitos séculos, até os tempos medievais, o significado de crime não era uma coisa clara. Além de envolver esferas legais, envolvia também administrativas, contratuais, sociais e até as religiosas. Isso poderia confundir o ilegal como imoral, que embora diferentes, há um paradoxo entre eles; pois um pode influenciar o outro ao mesmo tempo.
O filósofo italiano Cesare Beccaria firma em sua obra "Dos Delitos e das Penas" a tese de que as punições jurídicas seriam uma vingança coletiva, se tendo a concepção que levava a crer que a punição como consequência poderia ser algo muito mais terrível do que o próprio delito. Isso ainda é uma realidade, pois afinal, como penalizar um criminoso, alguém que infringiu a lei? Deve se aprender uma lição ou o castigar por isso? Merece perder a vida por causa disso, e por quê? Penalidade e punição devem andar juntas para isso ou devem ser conceitos distintos e separados?
A lei, ao menos sobre o ponto de vista judiciário, tipifica as ações que são consideradas mais tarde como crime, prescrevendo penas à se cumprirem para quem o cometeu de acordo com as condições atenuantes ou agravantes das circunstâncias do delito. Juridicamente essa seria a definição de crime, uma tipificação, e não uma proibição.
Transgredir a lei para ela é crime, ir contra o que ela considera ilegal, que ela firma que não deve ser feito. A lei tem como objetivo dar ordem e uma boa condição de coexistência na sociedade, e o que ela considera como inadequado é o que devemos evitar, sendo atos criminosos, como tráfico, homicídio, roubo, furto, estupro, entre outros.
É aquilo que não deve ser feito, sendo que há punição como forma de conscientizar a pessoa do que fez ou fazer a mesma pagar pelo o que fez. É uma prova de que tudo que se faz tem sua consequência.
Por muitos séculos, até os tempos medievais, o significado de crime não era uma coisa clara. Além de envolver esferas legais, envolvia também administrativas, contratuais, sociais e até as religiosas. Isso poderia confundir o ilegal como imoral, que embora diferentes, há um paradoxo entre eles; pois um pode influenciar o outro ao mesmo tempo.
O filósofo italiano Cesare Beccaria firma em sua obra "Dos Delitos e das Penas" a tese de que as punições jurídicas seriam uma vingança coletiva, se tendo a concepção que levava a crer que a punição como consequência poderia ser algo muito mais terrível do que o próprio delito. Isso ainda é uma realidade, pois afinal, como penalizar um criminoso, alguém que infringiu a lei? Deve se aprender uma lição ou o castigar por isso? Merece perder a vida por causa disso, e por quê? Penalidade e punição devem andar juntas para isso ou devem ser conceitos distintos e separados?
A lei, ao menos sobre o ponto de vista judiciário, tipifica as ações que são consideradas mais tarde como crime, prescrevendo penas à se cumprirem para quem o cometeu de acordo com as condições atenuantes ou agravantes das circunstâncias do delito. Juridicamente essa seria a definição de crime, uma tipificação, e não uma proibição.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
O exagero e fundamento na história
Voltaire é um dos primeiros a defender a passagem de tradição oral dos pais aos filhos, sendo esta uma herança que cria um elo entre as gerações e os seus antepassados. Com o passar das gerações, estas, segundo Voltaire, perderiam a credibilidade, pois a fantasia então derrubaria a verdade. Criticou assim os relatos de povos antigos, repletos de fábulas e exageros.
Exemplo seria o mito dos fundadores da cidade de Roma, os gêmeos Rômulo e Remo, que eram filhos do deus Marte e que foram amamentados por uma loba e futuramente marcharia com mil homens até a aldeia dos sabinos e combatido seus vinte e cinco mil soldados. É muito exagero, já há princípio por serem amamentados por uma loba, e por terem vencido junto as suas tropas outro exército com mais do que o dobro de homens.
Para o próprio Voltaire as proezas e prodígios podem sim serem relatados, mas desde que sejam como provas da credulidade humana. Para conhecermos histórias antigas, devemos verificar os vestígios destas. Provas poderiam ser documentos, monumentos, textos ou até um legado cultural que se tenha prova firmada pelas evidências históricas.
Para o filósofo, ter conhecimento da história e seus fatos pretéritos seriam úteis apra antever e se remediar para o presente e futuro. Muitas coisas na história se repetem, e com um bom conhecimento dela, além de se conhecer bem o presente, também terá uma forma para se preparar pro futuro.
Conhecer a história seria então ter conhecimento dos erros passados e evitar que os erros do passado sejam cometidos novamente se tendo esta consciência.
Exemplo seria o mito dos fundadores da cidade de Roma, os gêmeos Rômulo e Remo, que eram filhos do deus Marte e que foram amamentados por uma loba e futuramente marcharia com mil homens até a aldeia dos sabinos e combatido seus vinte e cinco mil soldados. É muito exagero, já há princípio por serem amamentados por uma loba, e por terem vencido junto as suas tropas outro exército com mais do que o dobro de homens.
Para o próprio Voltaire as proezas e prodígios podem sim serem relatados, mas desde que sejam como provas da credulidade humana. Para conhecermos histórias antigas, devemos verificar os vestígios destas. Provas poderiam ser documentos, monumentos, textos ou até um legado cultural que se tenha prova firmada pelas evidências históricas.
Para o filósofo, ter conhecimento da história e seus fatos pretéritos seriam úteis apra antever e se remediar para o presente e futuro. Muitas coisas na história se repetem, e com um bom conhecimento dela, além de se conhecer bem o presente, também terá uma forma para se preparar pro futuro.
Conhecer a história seria então ter conhecimento dos erros passados e evitar que os erros do passado sejam cometidos novamente se tendo esta consciência.
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